Nós Somos Bolhão

Nós Somos Bolhão Bem-vindo à página da Associação do Comércio Tradicional Bolha de Água! Seguimos outros exemplos bem-sucedidos da nossa Cidade! E bem. perguntamos.

Nós Somos Bolhão é o lema actual da associação de comerciantes que nasceu para defender o comércio tradicional, a partir do Mercado do Bolhão e do seu quarteirão. DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS
NÓS SOMOS BOLHÃO

Nós, os comerciantes do Bolhão e os nossos parceiros, reafirmamos, tal como há 15 anos, a defesa do Mercado do Bolhão como um mercado público/municipal, tradicional e de frescos, classificado pa

trimonialmente. Nós, que Somos Bolhão, defendemos que o Bolhão pertence ao Porto e à sua região e nele se deve falar e afirmar a Voz do Porto. Nós, que Somos Bolhão, defendemos que o Mercado do Bolhão deve ter uma gestão pública capaz e competente em que os comerciantes são os seus naturais parceiros com voz activa. Tanto o Teatro Rivoli como o Cinema Batalha que, são também equipamentos municipais muito especializados, têm gestão pública. Uma gestão agregadora de vontades e saberes. Porque é que o Bolhão há-de ser excepção e não há-de ter também uma eficiente gestão pública? Sem falar já no Coliseu que depois duma deriva “privatizadora” regressou ao espaço público. Como está agora. E como a Cidade do Porto deseja. Defendemos que se unam esforços para, a curto prazo, cativar e empoderar para a governação do Mercado do Bolhão uma equipa de profissionais, com perfil e competências técnicas comprovadas com sucesso na gestão de mercados tradicionais, que assuma um programa que devolva o Mercado do Bolhão aos Cidadãos do Porto e à região portuense, que o defenda da descaracterização e desvirtuação do seu uso, através de um salutar e consequente diálogo com os comerciantes e as forças vivas da cidade. Defendemos que um mercado de frescos deve ter, essencialmente, alimentos e produtos frescos. Em qualidade, em quantidade, em permanência e em estreita ligação com os produtores locais e da região e provenientes das melhores práticas de sustentabilidade e saúde humana. Tendo como epicentro esse mercado de frescos dever-se-á estruturar um quarteirão alimentar de excelência. Nós, que Somos Bolhão, lembramos que o Mercado do Bolhão é a última oportunidade para na Cidade do Porto existir um mercado de frescos e tradicional. Praças de alimentação e hipermercados há muitos, a perda do último mercado de frescos e tradicional da cidade terá danos irreversíveis na identidade da Invicta. O que o diferencia e lhe confere atractividade e competitividade em relação a qualquer outro espaço comercial é o mercado de frescos e tradicional, o mesmo que vemos em perda acelerada servindo de expositor e chamariz para alimentar um processo de turistificação sem norte, cujo brilho é efémero. O Bolhão e a sua comunidade são irrepetíveis! Defendemos que o Mercado do Bolhão deve ser um pólo de dinamização sócio cultural do quarteirão que integra, projectando-se como centralidade na cidade, da região, um dos corações que bate, como outrora. Nós, que Somos Bolhão, defendemos um mercado tradicional, que sem querer ser um museu deve ser um repositório vivo de história e cultura de um povo e de uma região em que o comércio tradicional, com a actividade dos pequenos comerciantes, sempre foi o motor de vida do centro da Cidade do Porto, que a distinguiu de todas as outras, tornando-a única e que está em perda galopante e sem freio. Persistem no Bolhão, saberes e modos tradicionais, construídos e aprendidos ao longo de décadas que são cultura e identidade portuguesa e necessitam de preservação, de protecção, que assentes no passado devem ser aprendizagem para o futuro. Defendemos que entregar um sector tão fundamental como é um mercado tradicional dos tempos de hoje e a função do fornecimento alimentar, em exclusivo, a uma qualquer entidade de distribuição, sem identidade diferenciadora, que tudo fará para o rentabilizar económica e financeiramente apenas e exclusivamente a seu critério e favor é, embora de outro modo, voltar a destruir o Bolhão depois de o termos salvo e depois de o termos visto restaurado e modernizado. Defendemos que um mercado público não é uma figura jurídica ou um conceito meramente administrativo e, muito menos, uma figura ou expressão retórica! Tem de respeitar o interesse público e não o interesse de quem julga que tem legitimidade para interpretar a seu modo o conceito de “interesse público”. Não é, apenas, uma questão de direito, mas, antes, de honestidade intelectual. Em casos como o Bolhão, o consenso entre as partes é obrigatório assim como um direito básico que é, numa verdadeira democracia, a participação dos cidadãos. De todos os cidadãos. Nós Somos Bolhão e Somos conscientes que nada disto é simples, mas também é muito claro que é obrigatório reflectir e actuar, norteados pelos princípios basilares apresentados. Tanto do ponto de vista social ou intelectual como, sem dúvida, do ponto de vista cultural, não fora o Bolhão classificado pelo Ministério da Cultura enquanto valor patrimonial a respeitar. Valor esse que abarca tanto o imóvel, o objecto magistralmente construído há mais de cem anos e, agora, sabiamente com a sua beleza restaurada, como a funcionalidade primordial, a venda de produtos alimentares e de comércio tradicional. Não somos imunes à mudança e à necessidade de adaptação e o nosso programa de acção o irá reflectir mas somos resistentes à homogeneização compulsiva motivada por modas financeiras circunstanciais de curto prazo que irão e já estão a destruir a alma do Mercado do Bolhão. Acreditamos que a Cidade do Porto e os seus cidadãos junto com os vizinhos da Área Metropolitana do Porto anseiam por continuar a identificar-se com o Mercado do Bolhão e a senti-lo como seu! Acreditamos que querem voltar ao Mercado do Bolhão, sejamos nós capazes de o tornar atractivo, competitivo e nele se sintam acolhidos, em vez de hostilizados. Os turistas serão sempre bem-vindos numa casa que, indubitavelmente, tem de pertencer aos portuenses. Acreditamos que somos capazes, haja a sensibilidade e a sapiência de quem decide a Cidade nos abrir a porta e sermos ouvidos para trabalhar em conjunto.

𝗙𝗜𝗡𝗔𝗟𝗠𝗘𝗡𝗧𝗘 𝗣𝗘𝗗𝗥𝗢 𝗗𝗨𝗔𝗥𝗧𝗘 𝗤𝗨𝗘𝗕𝗥𝗔 𝗢 𝗦𝗜𝗟𝗘̂𝗡𝗖𝗜𝗢!𝗘𝗦𝗧𝗔́ 𝗧𝗨𝗗𝗢 "𝗡𝗢𝗥𝗠𝗔𝗟" 𝗡𝗢 𝗠𝗘𝗥𝗖𝗔𝗗𝗢 𝗗𝗢 𝗕𝗢𝗟𝗛𝗔̃𝗢 𝗘 𝗣𝗥𝗢𝗠𝗘𝗧𝗘 𝗟𝗨𝗧𝗔 𝗣𝗔𝗥𝗔 𝗖𝗢𝗡𝗧𝗜𝗡𝗨𝗔𝗥 𝗧𝗨𝗗𝗢 ...
28/08/2026

𝗙𝗜𝗡𝗔𝗟𝗠𝗘𝗡𝗧𝗘 𝗣𝗘𝗗𝗥𝗢 𝗗𝗨𝗔𝗥𝗧𝗘 𝗤𝗨𝗘𝗕𝗥𝗔 𝗢 𝗦𝗜𝗟𝗘̂𝗡𝗖𝗜𝗢!

𝗘𝗦𝗧𝗔́ 𝗧𝗨𝗗𝗢 "𝗡𝗢𝗥𝗠𝗔𝗟" 𝗡𝗢 𝗠𝗘𝗥𝗖𝗔𝗗𝗢 𝗗𝗢 𝗕𝗢𝗟𝗛𝗔̃𝗢 𝗘 𝗣𝗥𝗢𝗠𝗘𝗧𝗘 𝗟𝗨𝗧𝗔 𝗣𝗔𝗥𝗔 𝗖𝗢𝗡𝗧𝗜𝗡𝗨𝗔𝗥 𝗧𝗨𝗗𝗢 𝗡𝗔 𝗠𝗘𝗦𝗠𝗔!

Assume, assim, o compromisso de continuar a destruição do nosso mercado.

O Presidente da Câmara do Porto reagiu à suspensão da hasta pública do Mercado do Bolhão dizendo que é um "procedimento normal" e desvalorizou a intervenção do Tribunal prometendo que teremos resposta jurídica!

𝗢 𝗤𝗨𝗘 𝗣𝗘𝗗𝗥𝗢 𝗗𝗨𝗔𝗥𝗧𝗘, 𝗔𝗗𝗩𝗢𝗚𝗔𝗗𝗢, 𝗡𝗔̃𝗢 𝗗𝗜𝗭 𝗦𝗢𝗕𝗥𝗘 𝗢 𝗧𝗥𝗜𝗕𝗨𝗡𝗔𝗟

Desvalorizar a decisão pode dar jeito para a propaganda, mas a admissão liminar desta providência diz muito.
O juiz faz sempre uma avaliação preliminar rigorosa: se a nossa associação não tivesse legitimidade de acção popular ou se os nossos argumentos fossem manifestamente infundados, a acção teria sido rejeitada de imediato. O facto de o tribunal ter emitido as citações de suspensão prova que validou a nossa legitimidade e considerou que as ilegalidades denunciadas (Fumus Boni Iuris) têm forte plausibilidade jurídica e peso suficiente para irem a julgamento.
A desvirtuação do Mercado do Bolhão não é "normal", os riscos financeiros não são "normais" e a destruição do nosso património nunca será "normal"

Já que estamos a falar de normalidade, vamos então ver o que mais é "normal" para este executivo municipal:

𝗘́ 𝗡𝗢𝗥𝗠𝗔𝗟 𝗗𝗘𝗦𝗧𝗥𝗨𝗜𝗥 𝗢 𝗨́𝗟𝗧𝗜𝗠𝗢 𝗠𝗘𝗥𝗖𝗔𝗗𝗢 𝗗𝗘 𝗙𝗥𝗘𝗦𝗖𝗢𝗦 𝗗𝗔 𝗜𝗡𝗩𝗜𝗖𝗧𝗔?

Aparentemente, sim. O concurso tenta transformar as nossas bancas tradicionais numa autêntica "praça de alimentação massificada". Inventaram o conceito de permitir cozinhar se não gerar "fumos e odores intensos", rasgando o Regulamento do Mercado que proíbe expressamente toda e qualquer confecção de alimentos nas bancas. Querem continuar a fazer do Mercado do Bolhão um "fast-food" turístico. É normal?

𝗘́ 𝗡𝗢𝗥𝗠𝗔𝗟 𝗜𝗚𝗡𝗢𝗥𝗔𝗥 𝗔 𝗣𝗥𝗢́𝗣𝗥𝗜𝗔 𝗣𝗢𝗟𝗜́𝗖𝗜𝗔?

Para a Câmara, parece que sim! A nossa providência cautelar expõe um ofício da própria Polícia Municipal do Porto, datado de 22 de Maio de 2026, que confirma o "exercício não autorizado da actividade de restauração" no Mercado. Em vez de repor a legalidade, a Câmara lança um concurso para tentar legalizar de forma encapotada as infracções! Não é o Pedro Duarte que tutela directamente a PM? É normal?

𝗘́ 𝗡𝗢𝗥𝗠𝗔𝗟 𝗕𝗥𝗜𝗡𝗖𝗔𝗥 𝗖𝗢𝗠 𝗢 𝗡𝗢𝗦𝗦𝗢 𝗗𝗜𝗡𝗛𝗘𝗜𝗥𝗢?

Para o Presidente da Câmara, os riscos não existem. Mas a verdade é que, se o concurso avançar agora e vier a ser anulado no futuro pelo Tribunal, o erário municipal ficará exposto a indemnizações milionárias a pagar aos privados. O risco para os cofres da cidade (ou seja, para o bolso de todos nós) está calculado em mais de 4 milhões de euros! É normal deitar dinheiro fora? Será ele com o seu património a pagar as futuras indemnizações?

𝗘́ 𝗡𝗢𝗥𝗠𝗔𝗟 𝗗𝗘𝗦𝗧𝗥𝗨𝗜𝗥 𝗔 𝗡𝗢𝗦𝗦𝗔 𝗜𝗗𝗘𝗡𝗧𝗜𝗗𝗔𝗗𝗘?

Fez-se um forte investimento público de mais de 50 milhões de euros na reabilitação do Mercado do Bolhão precisamente para proteger a sua função de mercado de frescos. E agora? A autarquia quer submeter este monumento ao lucro fácil da restauração, ameaçando condenar o Bolhão ao mesmo destino irreversível de gentrificação e destruição que sofreu o Mercado do Bom Sucesso.
É normal um presidente de autarquia empenhar-se e comprometer-se com a destruição da nossa identidade e património?

𝗡𝗔̃𝗢, 𝗡𝗔̃𝗢 𝗘́ 𝗡𝗢𝗥𝗠𝗔𝗟!

Nos comentários encontram ligação para vários jornais e rádios com a notícia da Lusa.

Dizem que a gestão do Mercado do Bolhão se inspirou no La Boqueria em Barcelona para justificar o que por lá se passa.De...
27/08/2026

Dizem que a gestão do Mercado do Bolhão se inspirou no La Boqueria em Barcelona para justificar o que por lá se passa.
Deixamos o repto para se continuarem a inspirar.

Tradução

La Boqueria inicia uma nova etapa.
A renovação visa revitalizar o mercado 𝗲 𝗿𝗲𝗳𝗼𝗿𝗰̧𝗮𝗿 𝗮 𝘀𝘂𝗮 𝗲𝘀𝘀𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗲𝗻𝗾𝘂𝗮𝗻𝘁𝗼 𝗺𝗲𝗿𝗰𝗮𝗱𝗼 𝗮𝗹𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗿 𝗹𝗼𝗰𝗮𝗹, com espaços mais confortáveis ​​e acessíveis, melhorias na circulação e um compromisso com a sustentabilidade.

Uma transformação para recuperar e valorizar o carácter único de La Boqueria.

26/08/2026

A legenda que propomos para este vídeo que trazemos da página do Mercado de Benfica, em Lisboa, é:

"Quando se investe num mercado de frescos para ser um mercado de frescos, será um mercado de frescos que cumpre a sua função, isto é, assegurar o abastecimento alimentar das populações com qualidade e a preços competitivos. Nos dias de hoje também se junta a função de alternativa à oferta das cadeias de distribuição."

Por fim, onde anda o presidente da União Freguesias do Centro Histórico do Porto?
Tal como o presidente da autarquia também está confortável com a perda do último mercado de frescos do Porto?

"Por último a presidente da Bolha de Água deixa um recado a Pedro Duarte, presidente da autarquia, “devia ter um momento...
26/08/2026

"Por último a presidente da Bolha de Água deixa um recado a Pedro Duarte, presidente da autarquia,

“devia ter um momento de bom senso e perceber que têm aqui uma luta com a cidade e devia parar isto. Se não parar… Cá estaremos”."

Estamos expectantes com a reacção da Câmara Municipal do Porto e da Go Porto na resposta ao tribunal.

Nunca esqueceremos as palavras do Chefe de Gabinete em representação do Pedro Duarte: " ... vão para tribunal, é o que menos nos preocupa (...) porque nós temos recursos..."

A autarquia foi notificada no dia 21 de Agosto e a Go Porto dia 25.
A data limite para oposição à Providência Cautelar interposta pela associação é dia 8 de Setembro!

O Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto aceitou a providência cautelar apresentada pela Bolha de Água para travar o contrato de concessão das bancas do mercado do Bolhão. O 41N ouviu a presidente da associação.

𝗟𝗔́𝗣𝗜𝗦 𝗔𝗭𝗨𝗟 𝗡𝗢 𝗕𝗢𝗟𝗛𝗔̃𝗢: 𝗤𝗨𝗔𝗡𝗗𝗢 𝗘𝗫𝗘𝗥𝗖𝗘𝗥 𝗔 𝗖𝗜𝗗𝗔𝗗𝗔𝗡𝗜𝗔 𝗘 𝗗𝗘𝗙𝗘𝗡𝗗𝗘𝗥 𝗢𝗦 𝗦𝗘𝗨𝗦 𝗟𝗘𝗚𝗜́𝗧𝗜𝗠𝗢𝗦 𝗜𝗡𝗧𝗘𝗥𝗘𝗦𝗦𝗘𝗦 𝗥𝗘𝗦𝗨𝗟𝗧𝗔 𝗡𝗨𝗠 𝗖𝗘𝗥𝗖𝗢 𝗗𝗘 𝗧𝗥𝗘̂𝗦 𝗤...
24/08/2026

𝗟𝗔́𝗣𝗜𝗦 𝗔𝗭𝗨𝗟 𝗡𝗢 𝗕𝗢𝗟𝗛𝗔̃𝗢: 𝗤𝗨𝗔𝗡𝗗𝗢 𝗘𝗫𝗘𝗥𝗖𝗘𝗥 𝗔 𝗖𝗜𝗗𝗔𝗗𝗔𝗡𝗜𝗔 𝗘 𝗗𝗘𝗙𝗘𝗡𝗗𝗘𝗥 𝗢𝗦 𝗦𝗘𝗨𝗦 𝗟𝗘𝗚𝗜́𝗧𝗜𝗠𝗢𝗦 𝗜𝗡𝗧𝗘𝗥𝗘𝗦𝗦𝗘𝗦 𝗥𝗘𝗦𝗨𝗟𝗧𝗔 𝗡𝗨𝗠 𝗖𝗘𝗥𝗖𝗢 𝗗𝗘 𝗧𝗥𝗘̂𝗦 𝗤𝗨𝗘𝗜𝗫𝗔𝗦-𝗖𝗥𝗜𝗠𝗘

A Presidente da Associação Bolha de Água tem dado a cara pela luta pelo Mercado do Bolhão, tanto pelos seus legítimos interesses como dos seus colegas, questionando e criticando publicamente a gestão do Mercado do Bolhão através de publicações e mensagens electrónicas e, igualmente, propondo alternativas.

A resposta institucional traduziu-se numa tentativa de intimidação e asfixia judiciária (SLAPP), através de três frentes de processos-crime paralelos alicerçados na mesmíssima matéria fáctica:

• 𝟭. 𝗔 𝗙𝗿𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗱𝗮 𝗘𝗺𝗽𝗿𝗲𝘀𝗮 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 (𝗚𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼, 𝗘.𝗠.): O Conselho de Administração da empresa pública celebrou contrato com a sociedade externa de advogados RBMS (Rodrigues Bastos, Magalhães Silva & Associados), envolvida no Caso Selminho, Face Oculta, Influencer, entre outros, para mover um processo-crime por "ofensa a pessoa colectiva".
O Ministério Público arquivou os autos, confirmando o legítimo exercício da Liberdade de Expressão. Não obstante, sob intervenção e assinatura da Administradora e Vogal Dr.ª Francisca Carneiro Fernandes, a Go Porto insistiu a expensas dos dinheiros públicos com Recurso Hierárquico, Acusação Particular e Abertura de Instrução com debate instrutório. Desfecho: Decisão de Não Pronúncia Transitada em Julgado, confirmando em definitivo a total ausência de qualquer ilícito penal.

• 𝟮. 𝗔 𝗙𝗿𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗱𝗮 𝗔𝘂𝘁𝗮𝗿𝗾𝘂𝗶𝗮 (𝗖𝗮̂𝗺𝗮𝗿𝗮 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 𝗱𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼): Em simultâneo, os serviços jurídicos da autarquia avançaram com uma segunda queixa-crime idêntica, subscrita pelo Director do Departamento de Assuntos Jurídicos da autarquia, Dr. Tiago Varandas, sob tutela da então Vereadora do pelouro e actual Vice-Presidente da CMP, Dr.ª Catarina Araújo. Esta queixa foi mantida mesmo após aviso formal sobre o desperdício e duplicação de fundos públicos.

• 𝟯. 𝗔 𝗙𝗿𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗣𝗮𝗿𝘁𝗶𝗰𝘂𝗹𝗮𝗿 (𝗗𝗶𝗿𝗶𝗴𝗲𝗻𝘁𝗲𝘀): Para culminar o cerco judicial, foi apresentada uma terceira queixa-crime conjunta e a título estritamente pessoal pela então Vice-Presidente da Go Porto, Arq.ª Cátia Meirinhos, e pela Directora de Gestão e Exploração da empresa municipal, Dr.ª Sónia da Rocha, com enfoque no facto de da presidente considerar e justificar que as mesmas não têm os requisitos mínimos curriculares e prévia experiência para assumirem a gestão de um mercado com as características do Mercado do Bolhão.

𝗔 𝗢𝗽𝗼𝗿𝘁𝘂𝗻𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗗𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗱𝗶𝗰̧𝗮𝗱𝗮 𝗽𝗲𝗹𝗮 𝗡𝗼𝘃𝗮 𝗚𝗼𝘃𝗲𝗿𝗻𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼:

Tanto o Pedro Duarte como a Catarina Araujo tiveram nas mãos a hipótese concreta de acabar com este cerco judicial e cessar o desperdício de recursos públicos, uma vez que lhes foi dada expressamente essa oportunidade de diálogo e resolução. Contudo, optaram deliberadamente por manter na nova governação a mesmíssima linha de actuação, perpetuando a hostilidade contra a participação cívica.

A tentativa de censura caiu por terra nos tribunais, no caso da Go Porto: a Justiça confirmou que a crítica, a sátira e o escrutínio cívico são direitos constitucionais inalienáveis dos cidadãos e optou pela não pronúncia, estacando a acusação que já transitou em julgado.

Os recursos públicos e as estruturas municipais existem para valorizar o comércio tradicional e servir a cidade, nunca para perseguir quem não abdica da sua liberdade de pensamento e expressão.

22/08/2026

O Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto admitiu liminarmente a providência cautelar interposta pela Associação do Comércio Tradicional “Bolha de Água” (ACTB

Conheça todos os pormenores nesta ligação! Contamos com o apoio de todos que amam o Porto! 💙💙💙dn.pt/sociedade/tribunal-t...
21/08/2026

Conheça todos os pormenores nesta ligação!
Contamos com o apoio de todos que amam o Porto! 💙💙💙dn.pt/sociedade/tribunal-trava-concurso-do-bolho-notificao-judicial-obriga-autarquia-e-congelar-hasta-pblica

PRIMEIRA VITÓRIA: O TRIBUNAL TRAVA O NEGÓCIO DAS RENDAS MILIONÁRIAS NO MERCADO DO BOLHÃO!𝗘𝘀𝘁𝗮 𝗽𝗿𝗶𝗺𝗲𝗶𝗿𝗮 𝘃𝗶𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗮 𝗱𝗲𝗱𝗶𝗰𝗮𝗺𝗼...
21/08/2026

PRIMEIRA VITÓRIA: O TRIBUNAL TRAVA O NEGÓCIO DAS RENDAS MILIONÁRIAS NO MERCADO DO BOLHÃO!

𝗘𝘀𝘁𝗮 𝗽𝗿𝗶𝗺𝗲𝗶𝗿𝗮 𝘃𝗶𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗮 𝗱𝗲𝗱𝗶𝗰𝗮𝗺𝗼-𝗹𝗮 𝗮̀ 𝗗𝗼𝗻𝗮 𝗕𝗶𝗻𝗶𝗻𝗵𝗮 𝗮𝗳𝗶𝗿𝗺𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗮 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗮 𝗲𝘅𝗶𝗴𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗮 𝘀𝘂𝗮 𝗯𝗮𝗻𝗰𝗮 𝗱𝗲 𝗣𝗘𝗜𝗫𝗘 𝗙𝗥𝗘𝗦𝗖𝗢 𝘀𝗲 𝗺𝗮𝗻𝘁𝗲𝗻𝗵𝗮, 𝗻𝗼 𝗳𝘂𝘁𝘂𝗿𝗼, 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗣𝗘𝗜𝗫𝗘 𝗙𝗥𝗘𝗦𝗖𝗢, 𝘁𝗮𝗹 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝘁𝗼𝗱𝗮𝘀 𝗮𝘀 𝗼𝘂𝘁𝗿𝗮𝘀 𝘀𝗲𝘁𝗲 𝗯𝗮𝗻𝗰𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗽𝗲𝗶𝘅𝗲 𝗳𝗿𝗲𝘀𝗰𝗼, 𝗶𝗹𝗲𝗴𝗮𝗹𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗮 𝗳𝘂𝗻𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗿 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗿𝗲𝘀𝘁𝗮𝘂𝗿𝗮𝗻𝘁𝗲𝘀!

Esta é a verdadeira homenagem que devemos prestar a uma grande senhora do Mercado do Bolhão!

O Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto admitiu liminarmente a Acção Cautelar apresentada pela ACTBA, activando o efeito suspensivo automático previsto no Artigo 128.º, n.º 1 do CPTA.

A partir da citação judicial, a Câmara do Porto e a GO Porto não podem iniciar ou prosseguir quaisquer actos de entrega, contratação ou exploração das bancas e lojas do Edital n.º 1/2026.

Conscientes que esta foi apenas uma primeira vitória aqui perguntamos à Câmara Municipal do Porto se vai afectar recursos provenientes do erário público para defender a desvirtuação do Mercado do Bolhão?

Pedro Duarte vai dar a cara por esta guerra com a Bolha de Água e com o povo do Porto?
Ou vai continuar a esconder-se no silêncio?

https://www.dn.pt/sociedade/tribunal-trava-concurso-do-bolho-notificao-judicial-obriga-autarquia-e-congelar-hasta-pblica

18/08/2026

Peixe fresquinho, do Atlântico para as bancas do Bolhão!

Imagens de ontem enviadas por uma cliente!

Da banca que a Polícia Municipal emitiu ofício identificando infracções graves e muito graves e restauração ilegal há praticamente quatro meses.

Na Go Porto as leis são à medida do freguês e a verdade a quem interessa?

Quem será o freguês, Pedro Duarte?
Elucide-nos, por favor.

Nota: a partilha directa desta publicação não segue com o texto! Precisa ser copiado.Para que ninguém tenha dúvidas do p...
13/08/2026

Nota: a partilha directa desta publicação não segue com o texto! Precisa ser copiado.

Para que ninguém tenha dúvidas do porquê da destruição do nosso último mercado de frescos na cidade do Porto.

Não é uma ocorrência natural e espontânea nem assente em factores externos, faz parte de um plano que assistimos a ser executado.

Vejam só como reagem à vossa indignação com a evolução do Mercado do Bolhão, demonstrada em milhares de comentários .
Até parece que gozam com o povo. A publicação da página do Mercado do Bolhão é uma provocação.

A nós e a vós!

É a própria direcção do Mercado do Bolhão que, activamente e deliberadamente, promove o consumo de álcool a circular no meio das bancas de frescos.

𝗛𝗔́ 𝗠𝗔𝗜𝗦 𝗖𝗢𝗣𝗢𝗦 𝗗𝗘 𝗩𝗜𝗡𝗛𝗢 𝗤𝗨𝗘 𝗧𝗢𝗠𝗔𝗧𝗘𝗦 𝗡𝗢 𝗠𝗘𝗥𝗖𝗔𝗗𝗢 𝗗𝗢 𝗕𝗢𝗟𝗛𝗔̃𝗢!

É o dinheiro dos portuenses que paga estas fotos, a gestão das redes sociais que os promovem, a limpeza da área que os clientes do álcool açambarcam sem deixar espaço para os que deviam ser os clientes do mercado e a recolha dos copos partidos e outros, a electricidade, a água, os vigilantes, os eventos, etc.!

E aqui temos de colocar muitas outras questões.

1. Quem permitiu e em que condições bancas históricas mudassem a actividade para garrafeiras e lhes manteve os direitos históricos com rendas módicas de 200-300€?

2. Sendo que as garrafeiras são uma actividade enquadrada em comércio a retalho quem é que autoriza que quatro bancas do Mercado do Bolhão funcionem como bares abertos, ou seja, uma actividade enquadrada em serviço de bebidas alcóolicas?

3. Um mercado municipal cumpre uma função de interesse público que justificou o investimento público e justifica as subvenções públicas para cobrir o prejuízo da gestão actual, pelo que se pergunta onde está o interesse público na subsidiação de bares abertos?

Por fim, deixamos uma nota aos dois ou três que nos acusam de denegrir o Mercado do Bolhão com a publicação de ontem sobre a falta de desratização.

Tentamos vezes sem conta, à porta fechada, sensibilizar, alertar e negociar solução para todas as questões que temos vindo a publicar.

Só nos deixaram a alternativa das denúncias públicas, da mobilização social e dos tribunais para defender o valor do Mercado do Bolhão.

Como tal se não querem ver o Mercado do Bolhão irremediavelmente destruído, como acreditamos que não querem, e tal significará destruir o último reduto de portugalidade comercial, em larga escala, no Porto pedimos que se juntem a nós.
Não sejam um bloqueio.
Já temos demasiados.

Endereço

Rua Alexandre Braga, 105
Porto
4000-050

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