Nós Somos Bolhão

Nós Somos Bolhão Bem-vindo à página da Associação do Comércio Tradicional Bolha de Água! Seguimos outros exemplos bem-sucedidos da nossa Cidade! E bem. perguntamos.

Nós Somos Bolhão é o lema actual da associação de comerciantes que nasceu para defender o comércio tradicional, a partir do Mercado do Bolhão e do seu quarteirão. DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS
NÓS SOMOS BOLHÃO

Nós, os comerciantes do Bolhão e os nossos parceiros, reafirmamos, tal como há 15 anos, a defesa do Mercado do Bolhão como um mercado público/municipal, tradicional e de frescos, classificado pa

trimonialmente. Nós, que Somos Bolhão, defendemos que o Bolhão pertence ao Porto e à sua região e nele se deve falar e afirmar a Voz do Porto. Nós, que Somos Bolhão, defendemos que o Mercado do Bolhão deve ter uma gestão pública capaz e competente em que os comerciantes são os seus naturais parceiros com voz activa. Tanto o Teatro Rivoli como o Cinema Batalha que, são também equipamentos municipais muito especializados, têm gestão pública. Uma gestão agregadora de vontades e saberes. Porque é que o Bolhão há-de ser excepção e não há-de ter também uma eficiente gestão pública? Sem falar já no Coliseu que depois duma deriva “privatizadora” regressou ao espaço público. Como está agora. E como a Cidade do Porto deseja. Defendemos que se unam esforços para, a curto prazo, cativar e empoderar para a governação do Mercado do Bolhão uma equipa de profissionais, com perfil e competências técnicas comprovadas com sucesso na gestão de mercados tradicionais, que assuma um programa que devolva o Mercado do Bolhão aos Cidadãos do Porto e à região portuense, que o defenda da descaracterização e desvirtuação do seu uso, através de um salutar e consequente diálogo com os comerciantes e as forças vivas da cidade. Defendemos que um mercado de frescos deve ter, essencialmente, alimentos e produtos frescos. Em qualidade, em quantidade, em permanência e em estreita ligação com os produtores locais e da região e provenientes das melhores práticas de sustentabilidade e saúde humana. Tendo como epicentro esse mercado de frescos dever-se-á estruturar um quarteirão alimentar de excelência. Nós, que Somos Bolhão, lembramos que o Mercado do Bolhão é a última oportunidade para na Cidade do Porto existir um mercado de frescos e tradicional. Praças de alimentação e hipermercados há muitos, a perda do último mercado de frescos e tradicional da cidade terá danos irreversíveis na identidade da Invicta. O que o diferencia e lhe confere atractividade e competitividade em relação a qualquer outro espaço comercial é o mercado de frescos e tradicional, o mesmo que vemos em perda acelerada servindo de expositor e chamariz para alimentar um processo de turistificação sem norte, cujo brilho é efémero. O Bolhão e a sua comunidade são irrepetíveis! Defendemos que o Mercado do Bolhão deve ser um pólo de dinamização sócio cultural do quarteirão que integra, projectando-se como centralidade na cidade, da região, um dos corações que bate, como outrora. Nós, que Somos Bolhão, defendemos um mercado tradicional, que sem querer ser um museu deve ser um repositório vivo de história e cultura de um povo e de uma região em que o comércio tradicional, com a actividade dos pequenos comerciantes, sempre foi o motor de vida do centro da Cidade do Porto, que a distinguiu de todas as outras, tornando-a única e que está em perda galopante e sem freio. Persistem no Bolhão, saberes e modos tradicionais, construídos e aprendidos ao longo de décadas que são cultura e identidade portuguesa e necessitam de preservação, de protecção, que assentes no passado devem ser aprendizagem para o futuro. Defendemos que entregar um sector tão fundamental como é um mercado tradicional dos tempos de hoje e a função do fornecimento alimentar, em exclusivo, a uma qualquer entidade de distribuição, sem identidade diferenciadora, que tudo fará para o rentabilizar económica e financeiramente apenas e exclusivamente a seu critério e favor é, embora de outro modo, voltar a destruir o Bolhão depois de o termos salvo e depois de o termos visto restaurado e modernizado. Defendemos que um mercado público não é uma figura jurídica ou um conceito meramente administrativo e, muito menos, uma figura ou expressão retórica! Tem de respeitar o interesse público e não o interesse de quem julga que tem legitimidade para interpretar a seu modo o conceito de “interesse público”. Não é, apenas, uma questão de direito, mas, antes, de honestidade intelectual. Em casos como o Bolhão, o consenso entre as partes é obrigatório assim como um direito básico que é, numa verdadeira democracia, a participação dos cidadãos. De todos os cidadãos. Nós Somos Bolhão e Somos conscientes que nada disto é simples, mas também é muito claro que é obrigatório reflectir e actuar, norteados pelos princípios basilares apresentados. Tanto do ponto de vista social ou intelectual como, sem dúvida, do ponto de vista cultural, não fora o Bolhão classificado pelo Ministério da Cultura enquanto valor patrimonial a respeitar. Valor esse que abarca tanto o imóvel, o objecto magistralmente construído há mais de cem anos e, agora, sabiamente com a sua beleza restaurada, como a funcionalidade primordial, a venda de produtos alimentares e de comércio tradicional. Não somos imunes à mudança e à necessidade de adaptação e o nosso programa de acção o irá reflectir mas somos resistentes à homogeneização compulsiva motivada por modas financeiras circunstanciais de curto prazo que irão e já estão a destruir a alma do Mercado do Bolhão. Acreditamos que a Cidade do Porto e os seus cidadãos junto com os vizinhos da Área Metropolitana do Porto anseiam por continuar a identificar-se com o Mercado do Bolhão e a senti-lo como seu! Acreditamos que querem voltar ao Mercado do Bolhão, sejamos nós capazes de o tornar atractivo, competitivo e nele se sintam acolhidos, em vez de hostilizados. Os turistas serão sempre bem-vindos numa casa que, indubitavelmente, tem de pertencer aos portuenses. Acreditamos que somos capazes, haja a sensibilidade e a sapiência de quem decide a Cidade nos abrir a porta e sermos ouvidos para trabalhar em conjunto.

21/07/2026

Dois pesos e duas medidas!
A Direcção do Mercado do Bolhão, nas mãos da Directora que veio da Sonae, fecha os olhos a bancas transformadas em restaurantes, tem milhares de euros em imparidades, alegadamente sem consequências e vedam o acesso à informação, mas persegue os membros da associação Bolha de Água.

As principais visadas são a Presidente e as duas Vice-presidente, como é o caso da Dona Ermelinda!

Desde quarta-feira a fiscalização está em modo perseguição. Uma das multas é por, ao fim do dia, ter colocado no caixote do lixo resíduos deixados pelos turistas, a outra é por aplicar a lei geral do país quanto à venda de congelados.
Isto acontece na era Pedro Duarte. O Rui Moreira já não governa a cidade mas vira o disco e toca o mesmo.
Este comportamento é sempre inadmissível, seja quem for o governante.
Exigimos, mais uma vez, a demissão da Direcção do Mercado do Bolhão!

Num momento de ruptura voltamos à petição "Devolver o Mercado do Bolhão ao Porto" para vos pedir para a assinarem e part...
20/07/2026

Num momento de ruptura voltamos à petição "Devolver o Mercado do Bolhão ao Porto" para vos pedir para a assinarem e partilharem.
Os que já assinaram, por favor, não o tornem a fazer.

O seu apoio é muito importante. Apoie esta causa. Assine a Petição.

18/07/2026

Comerciantes do Bolhão temem transformação do mercado de frescos em espaço de restauração

O RENOVADO MERCADO DO BOLHÃO FECHOU AS PORTAS AOS LAVRADORES!Estas fotos são no Funchal! Podiam ser no Porto, no Mercado...
17/07/2026

O RENOVADO MERCADO DO BOLHÃO FECHOU AS PORTAS AOS LAVRADORES!

Estas fotos são no Funchal!
Podiam ser no Porto, no Mercado do Bolhão, nas galerias e na Rua Alexandre Braga.
Às sextas e sábados o mercado, se quisesse mesmo ser um mercado de frescos, abriria as portas aos lavradores.
Como acontecia outrora.

Na associação sabemos apontar os erros da gestão mas também temos propostas concretas que salvariam o Mercado do Bolhão com a sua funcionalidade de abastecimento alimentar, com qualidade, a promover a alimentação saudável, com preços não especulados e a apoiar a economia local e sustentável.

Preferem as feiras e feirinhas de bugigangas, quase permanentes, a vender muitas vezes material made in Varziela (China), demasiadas vezes a competir directamente com as lojas de artesanato português, roupa e ourivesaria e a dar o jeito às amigas!

16/07/2026

A ARTE DO ARTIFÍCIO E DA MANIPULAÇÃO!

"𝑬𝒔𝒕𝒂̃𝒐 𝒂 𝒗𝒆𝒏𝒅𝒆𝒓 𝒐 𝒒𝒖𝒆 𝒆́ 𝒔𝒖𝒑𝒐𝒔𝒕𝒐 𝒆𝒎 𝒄𝒂𝒅𝒂 𝒄𝒂𝒕𝒆𝒈𝒐𝒓𝒊𝒂" - Sónia da Rocha, Directora de Exploração e Gestão Mercado do Bolhão

"𝑽𝒂𝒊 𝒉𝒂𝒗𝒆𝒓 𝒖𝒎𝒂 𝒐𝒃𝒓𝒊𝒈𝒂𝒕𝒐𝒓𝒊𝒆𝒅𝒂𝒅𝒆 𝒅𝒆 𝒑𝒓𝒐𝒅𝒖𝒕𝒐 𝒇𝒓𝒆𝒔𝒄𝒐."
"𝑽𝒂𝒎𝒐𝒔 𝒅𝒂𝒓 𝒐𝒑𝒐𝒓𝒕𝒖𝒏𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝒅𝒆 𝒗𝒆𝒏𝒅𝒆𝒓 30% 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒄𝒐𝒏𝒔𝒖𝒎𝒐 𝒊𝒎𝒆𝒅𝒊𝒂𝒕𝒐" -

Acrescenta Sónia da Rocha quando se refere à mudança do regulamento, anda nesta conversa há três anos como desculpa para não actuar.

1. Falta à verdade quando diz que todas as bancas estão a vender o que é suposto em cada categoria.

2. Falta à verdade quando diz que a fiscalização diligentemente esteja a fazer o seu trabalho porque senão o ponto 1. não acontecia nem a polícia municipal identificaria "𝒓𝒆𝒔𝒕𝒂𝒖𝒓𝒂𝒄̧𝒂̃𝒐 𝒊𝒍𝒆𝒈𝒂𝒍 𝒆 𝒂 𝒑𝒓𝒂́𝒕𝒊𝒄𝒂 𝒅𝒆 𝒊𝒏𝒇𝒓𝒂𝒄𝒄̧𝒐̃𝒆𝒔 𝒈𝒓𝒂𝒗𝒆𝒔 𝒆 𝒎𝒖𝒊𝒕𝒐 𝒈𝒓𝒂𝒗𝒆𝒔.".

3. Falta à verdade quando diz que seja preciso mudar o regulamento actual para obrigar a vender produto fresco porque o actual já obriga.

4. Falta à verdade quando diz que não possam vender produto, por exemplo, fatiado, descongelado para consumo porque a lei o permite. Não podem é confeccionar que é o que a senhora anda a permitir e activamente a promover.

Esquece, também, que quem tem legitimidade e poder para mudar o regulamento é a Assembleia Municipal da Câmara Municipal do Porto.

𝗣𝗢𝗥𝗤𝗨𝗘 𝗦𝗘𝗥𝗔́?

Esta directora tem omitido o seu dever de fiscalização e é uma das principais responsáveis pela desvirtuação do Mercado do Bolhão.

𝐕𝐞𝐢𝐨 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐜𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐟𝐢𝐠𝐮𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐧𝐝𝐚 𝐥𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐝𝐚 𝐒𝐎𝐍𝐀𝐄 𝐒𝐢𝐞𝐫𝐫𝐚, 𝐚𝐝𝐣𝐮𝐧𝐭𝐚 𝐝𝐚 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐜𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨 𝐆𝐚𝐢𝐚 𝐒𝐡𝐨𝐩𝐩𝐢𝐧𝐠 𝐝𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐜𝐞𝐫𝐜𝐚 𝐝𝐞 𝟐𝟎 𝐚𝐧𝐨𝐬, 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝗮 𝗱𝗶𝗿𝗲𝗰𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝐌𝐞𝐫𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐨 𝐁𝐨𝐥𝐡𝐚̃𝐨, 𝐬𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐮𝐫𝐬𝐨 𝐩𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐨 𝐞 𝐬𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐚𝐥𝐪𝐮𝐞𝐫 𝐞𝐱𝐩𝐞𝐫𝐢𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐞𝐦 𝐦𝐞𝐫𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐝𝐢𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐞 𝐧𝐨 𝐬𝐞𝐜𝐭𝐨𝐫 𝐚𝐥𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐫.

É a pessoa que ostensivamente tem fechado os olhos a que se instalem autênticos restaurantes em bancas de frescos.

15/07/2026

Hoje quatro elementos da Direcção da Associação do Comércio Tradicional Bolha de Água estavam com uma equipa da SIC na entrada do Mercado do Bolhão na Rua Alexandre Braga, para uma entrevista sobre a hasta pública, rodeados por seguranças do mercado e por membros da direcção!

Claramente, para nos protegerem!

Diga-se de passagem que a SIC foi a primeira a contactar-nos, os outros escrevem sem contraditório.

A peça estará disponível em breve, no telejornal.
A democracia está a passar por aqui. Tolheita.

La cité d'or!7500€/mês - banca de peixe fresco!Descobriram ouro no Mercado do Bolhão! Vem embrulhado em sardinhas!
15/07/2026

La cité d'or!

7500€/mês - banca de peixe fresco!

Descobriram ouro no Mercado do Bolhão!
Vem embrulhado em sardinhas!

📢 𝗩𝗔̃𝗢 𝗩𝗘𝗡𝗗𝗘𝗥 𝗢 𝗤𝗨𝗘̂? 𝗣𝗘𝗜𝗫𝗘?𝗛𝗔𝗦𝗧𝗔 𝗣𝗨́𝗕𝗟𝗜𝗖𝗔: indícios de prática de um alegado crime de prevaricação/abuso de poder!A pro...
14/07/2026

📢 𝗩𝗔̃𝗢 𝗩𝗘𝗡𝗗𝗘𝗥 𝗢 𝗤𝗨𝗘̂? 𝗣𝗘𝗜𝗫𝗘?

𝗛𝗔𝗦𝗧𝗔 𝗣𝗨́𝗕𝗟𝗜𝗖𝗔: indícios de prática de um alegado crime de prevaricação/abuso de poder!

A prova matemática e irrefutável de que este concurso foi desenhado para contornar a lei consumou-se hoje na hasta pública: 𝗮𝗻𝘁𝗶𝗴𝗮 𝗯𝗮𝗻𝗰𝗮 𝗱𝗲 𝗽𝗲𝗶𝘅𝗲 𝗱𝗮 𝗵𝗶𝘀𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗰𝗮 𝗗𝗼𝗻𝗮 𝗕𝗶𝗻𝗶𝗻𝗵𝗮 (19,1 m2) 𝗳𝗼𝗶 𝗮𝗿𝗿𝗲𝗺𝗮𝘁𝗮𝗱𝗮 𝗽𝗲𝗹𝗼 𝘃𝗮𝗹𝗼𝗿 𝗮𝘀𝘁𝗿𝗼𝗻𝗼́𝗺𝗶𝗰𝗼 𝗱𝗲 𝟳.𝟱𝟬𝟬€ 𝗺𝗲𝗻𝘀𝗮𝗶𝘀.

Este desfecho é um profundo desrespeito pela memória da Dona Bininha e pela identidade do nosso mercado. Havia peixeiras tradicionais que queriam licitar este espaço para continuar a vender peixe fresco, mas perante estes valores astronómicos, tornou-se absolutamente impossível concorrer.

𝗣𝗲𝗿𝗴𝘂𝗻𝘁𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗱𝗶𝗿𝗲𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗮̀ Câmara Municipal do Porto 𝗲 𝗮̀ 𝗚𝗢 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼: 𝗤𝘂𝗲𝗺 𝗲́ 𝗾𝘂𝗲 𝗰𝗼𝗻𝘀𝗲𝗴𝘂𝗲 𝗽𝗮𝗴𝗮𝗿 𝟳.𝟱𝟬𝟬€ 𝗱𝗲 𝗿𝗲𝗻𝗱𝗮 𝗺𝗲𝗻𝘀𝗮𝗹 𝗮 𝘃𝗲𝗻𝗱𝗲𝗿 𝗽𝗲𝗶𝘅𝗲 𝗳𝗿𝗲𝘀𝗰𝗼 𝗮𝗼 𝗾𝘂𝗶𝗹𝗼? 𝗡𝗶𝗻𝗴𝘂𝗲́𝗺.

𝗔 𝗶𝗺𝗽𝗼𝘀𝘀𝗶𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗲𝗰𝗼𝗻𝗼́𝗺𝗶𝗰𝗮: Ninguém, sob qualquer modelo de negócio viável, consegue pagar uma taxa mensal de 7.500€ a vender peixe fresco ao quilo.

𝗔 𝗲𝘅𝗽𝗲𝗰𝘁𝗮𝘁𝗶𝘃𝗮 𝗶𝗹𝗲𝗴𝗮𝗹: Este valor só é comportável se o arrematante tiver recebido da GO Porto a garantia (explícita ou implícita) de que poderá violar o regulamento e transformar a banca num balcão de restauração/petiscos com margens de lucro elevadas.

𝗢 𝗮𝘁𝗼 𝘀𝗶𝗺𝘂𝗹𝗮𝗱𝗼: O Município e a GO Porto estão, por isso, a vender uma licença de comércio sabendo que o investidor vai praticar uma atividade de restauração que é proibida por lei naquele local.

Isto não é sucesso comercial.
Isto é a prova irrefutável de que estão a vender espaços de frescos para restauração ilegal, rasgando o Regulamento do Mercado (Artigo 53.º) que proíbe cozinhar nas bancas e anulando as categorias de produtos.

A farsa foi consumada hoje, Pedro Duarte está a acelerar a transformação do Mercado do Bolhão numa praça de alimentação através da promoção de ilegalidades!

É hoje!A hasta pública realiza-se às 15h30, no Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett.O Regulamento da Hasta ...
14/07/2026

É hoje!
A hasta pública realiza-se às 15h30, no Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett.
O Regulamento da Hasta Pública não foi corrigido.

O que poderá justificar um presidente de autarquia permitir que uma empresa municipal avance com um procedimento que, claramente, incumpre a lei, acima de tudo hipoteca a existência de uma alternativa de abastecimento alimentar e br**ca com um investimento de mais de 50 milhões de euros?
Nem uma palavra, apenas o fabrico de mais uma notícia para branquear a real situação, ou seja, propaganda.

Não houve tempo nem disponibilidade nem respeito para comparecer à reunião agendada com uma associação que tem como seu preceito a defesa do comércio tradicional, a única voz dissonante e disruptiva que existe na cidade e quase no país, mas uma equipa autárquica alargada e liderada pelo presidente promove activamente com a sua presença a festa de uma grande cadeia alimentar.

O que move realmente o Pedro Duarte?

Preparar o terreno para entregar o Mercado do Bolhão à SONAE? Será esse o plano?

Ouvimos a perversidade que "eles" têm um cofre sem fundo e um exército de advogados para nos cilindrarem e nós só temos a razão do nosso lado.
Este pensamento é tão perverso que apenas garante que a luta continua.

Não vivemos no reino da impunidade nem da inevitabilidade.

13/07/2026

Endereço

Rua Alexandre Braga, 105
Porto
4000-050

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