Espaço Santa Catarina

Espaço Santa Catarina Espaço cultural multi-usos: exposições, conferências, workshops, recitais de poesia, música, dança, teatro e cinema. Esperamos por si!

O Centro histórico de Lisboa ganhou um novo espaço. Mesmo no final da Calçada do Combro, o Espaço Santa Catarina está de portas abertas para a cultura da cidade e do mundo. Gerido pela Junta de Freguesia da Misericórdia, o Espaço Santa Catarina funciona nas antigas cavalariças do Palácio Cabral, a residência dos senhores de Belmonte reconstruída após o terramoto de 1755.

À disposição para peças d

e teatro, projecções de cinema, exposições, concertos, acções de formação e outros eventos, o Espaço Santa Catarina tem duas salas com uma área total de 100m2, um pátio com duas fontes iluminadas e ainda um bar de apoio.

É um espaço acolhedor, modernizado mas que transpira história e consegue receber até 100 pessoas em pé ou 90 em plateia. Quer visitar-nos e marcar aqui a sua próxima iniciativa pública ou privada?

03/07/2026

‘OPEN CALL 2026’
DESTERRADE: TERRITÓRIO, PERMANÊNCIA, PERTENÇA

Num mundo globalizado observa-se uma maior tendência de movimentação de pessoas. Uma das razões para esse movimento é a vontade de sair do país de origem para construir uma vida num sítio diferente, muitas vezes à procura de melhores condições de trabalho e de vida. No entanto, fatores socioeconómicos, linguísticos ou culturais dificultam a inserção de pessoas e comunidades. Além disso, a proliferação de discursos de ódio e a falta de políticas de inclusão social empurram muitas dessas pessoas para as margens do sistema.
O tema da ‘Open Call’ convocará artistas ou investigadores, cujos trabalhos explorem a conexão humana com o território, neste caso com foco nas consequências dos movimentos migratórios. Seis artistas serão selecionados para participarem numa residência artística com duração de aproximadamente um mês e uma exposição final.
Através da arte, facilitar‑se‑ão meios pedagógicos que permitem à população, uma análise crítica das suas condições e que promovam solidariedade.
Apresente a sua candidatura até 24 de julho para o e-mail: [email protected]

Saiba mais sobre a ‘open call’ em: https://www.jf-misericordia.pt/viver/cultura/residencia-artistica-72

Inscreva-se. Participe.

De 1 a 18 de abril de 2026, no ESPÇO SANTA CATARINA, a QRAVO terápatente a seguinteexposição,: F(R)ICÇŐES A(R)TIVISTAS s...
16/03/2026

De 1 a 18 de abril de 2026, no ESPÇO SANTA CATARINA, a QRAVO terápatente a seguinteexposição,:


F(R)ICÇŐES A(R)TIVISTAS



subtítulo: Exposição de arte ou ato político?



A(r)tivismo é um termo de legitimidade frágil, tanto no campo da arte como nas ciências sociais — e é justamente por isso que esta exposição o aciona. Nosso objetivo não é buscar a aprovação de um campo ou de outro, e sim questionar os critérios legitimadores de ambos. Enquanto artistas OU ativistas “”puros”” discutem a validade semântica do termo, apresentamos o trabalho de artistas E ativistas que nos ajudam a revelar essa posição híbrida e f(r)iccional, com o potencial de desviar da armadilha euro colonial da separação binária: seja entre arte e política, artista e cidadão, ética e estética, cultura e natureza, “popular” e “erudito”, objetivo e subjetivo, corpo e intelecto, tradição e vanguarda, masculino e feminino, consenso e dissenso, parcial e imparcial, representação e agência, produto e processo, rua e galeria, eu e outre. É f(r)iccional porque opera a partir do atrito que a realidade imaginada pode provocar na realidade vivida e vice-versa.











Na conferência de imprensa da Berlinale 2026, o cineasta alemão Wim Wenders, para desviar de uma pergunta sobre a falta de posicionamento em relação ao genocídio perpetrado pela ocupação israelense em território palestino, recorreu a um truque europeu clássico: a separação dualista. “Temos de nos manter fora da política, porque se fizermos filmes políticos então entramos no campo da política”, disse ele. “O cinema é o contrapeso da política. O nosso é o trabalho do povo, não é o dos políticos.”



Essa exposição todinha é uma resposta a Wim Wenders — e a todos os outros agentes da binarização euro colonial, a principal estratégia de manutenção do status quo. É uma resposta a toda estrutura epistemológica ocidental que historicamente nos fez acreditar em tantas setorizações forçadas, fronteiras arbitrárias e binarismos mutuamente excludentes: arte e ativismo, povo e política, cultura e natureza, “popular” e “erudito”, objetivo e subjetivo, corpo e mente, primitivo e civilizado, masculino e feminino, imaginação e realidade, eu e o outro.



Falamos em a(r)tivismo ainda que seja um neologismo de frágil legitimação tanto no campo da arte como nas ciências sociais — ou talvez justamente por isso. Talvez porque o nosso objetivo não seja buscar a legitimação de um campo ou de outro, e sim questionar os critérios legitimadores de ambos. Enquanto artistas OU ativistas “puros” discutem a validade semântica do termo, trazemos aqui o trabalho de artistas E ativistas que nos ajudam a imaginar essa posição híbrida e interseccional, com o potencial de desafiar processos de enquadramento fixos, separações estanques, definições cristalizantes.



Falamos também em f(r)icção porque operamos a partir do atrito que a realidade imaginada provoca na realidade vivida. Porque acreditamos no potencial artístico de desenhar rotas de escape que informam e agenciam o tangível, ainda que intangíveis. Porque rejeitamos estética sem ética.



Cada obra artivista denuncia e/ou parodia e/ou inventa um projeto de mundo.

A moldura é elástica, o vidro que protege o quadro é um prisma, e a definição é uma f(r)icção.

Para quem não teve oportunidade em comparecer à Inauguração da Exposição de Pintura e Poesia, "VERDURES" de Benoït de d'...
02/03/2026

Para quem não teve oportunidade em comparecer à Inauguração da Exposição de Pintura e Poesia, "VERDURES" de Benoït de d'Hauterives, quarta-feira, dia 4 de março, entre as 18h00 e as 21h00 haverá um cocktail, no Espaço Santa Catarina, da Junta de Freguesia da Misericórdia.
Apareçam!

“VERDURES” — Exposição de pintura e poesia de Benoît Lumeau d'Hauterives, de 25 de fevereiro a 11 de março de 2026.Inspi...
06/02/2026

“VERDURES” — Exposição de pintura e poesia de Benoît Lumeau d'Hauterives, de 25 de fevereiro a 11 de março de 2026.

Inspirado por florestas reais e imaginadas, Verdures é um projeto de 2025 do artista francês Benoît L. d’Hauterives, onde pintura e poesia se unem num único gesto criativo. As obras — acompanhadas por poemas ditos pelo autor e acessíveis através de códigos QR — convidam a uma imersão sensorial entre a cor, a palavra e a memória.
Uma viagem entre o Médoc e Portugal, dos pinhais atlânticos às brumas de Sintra-Cascais, onde cada tela se transforma numa paisagem interior.
📍 Espaço Santa Catarina — Lisboa
📅 de 25 de fevereiro a 11 de março
🎧 Experiência recomendada com auscultadores.

Endereço

Largo Drive António De Sousa Macedo, 7D
Lisbon
1200-153

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 14:00 - 20:00
Terça-feira 14:00 - 20:00
Quarta-feira 14:00 - 20:00
Quinta-feira 14:00 - 20:00
Sexta-feira 14:00 - 20:00

Telefone

+351961391920

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