Kalor Página que reúne atividades individuais e coletivas de Kalor Pacheco, artista e comunicadora social, roteirista e performer.

Estudos para inteligência artificial
26/03/2023

Estudos para inteligência artificial

Tá no ar! Nossa primeira reportagem em HQ. Gratidão amigo e quadrinista Rogi Silva pela parceria. Valeu Revista O Grito!...
28/01/2023

Tá no ar! Nossa primeira reportagem em HQ. Gratidão amigo e quadrinista Rogi Silva pela parceria. Valeu Revista O Grito! e Paulo Costa Floro, nosso editor. E um agradecimento especial a todes que contribuiram para concretização desse sonho, sobretudo entrevistados e entrevistadas! Vejam aí e pfvr nos digam o que acharam ❤

Brega funk: corre que geraReportagem: Kalor PachecoArte: Rogi SilvaEdição: Paulo FloroRevisão: Alexandre FigueirôaProgramação Web: Felipe Dário

Inscrições abertas!!!
16/02/2022

Inscrições abertas!!!

🔵 CONECTANDO SABERES OFERECE CURSOS GRATUITOS DE AUDIOVISUAL, FOTOGRAFIA E MODA

Para concorrer às 60 vagas destinadas a jovens, as inscrições serão realizadas a partir de 15 de fevereiro. Iniciativa conta com incentivo da Lei Aldir Blanc, por meio da Secult-PE

A fim de amenizar os impactos da insuficiência de políticas públicas para jovens em Camaragibe, na região metropolitana do Recife, nasce o Conectando Saberes, ciclo de cursos cujas inscrições estarão abertas entre os dias 15 de fevereiro e 06 de março, através de formulário eletrônico disponível no Instagram do projeto (.saberes). Podem participar pessoas com idade a partir de 16 anos, que devem escolher entre os cursos de Moda Sustentável, Fotografia e Audiovisual para potencializar sua formação profissional.

O projeto, idealizado pela produtora cultural Suzana Santos, também graduanda e pesquisadora em Serviço Social, conta com sessenta vagas gratuitas, sendo 20 para cada modalidade e destinadas prioritariamente para residentes do município. De acordo com a pesquisadora, foi escolhido um horário que leva em consideração a atuação profissional das juventudes. “Tendo em vista que a juventude negra adentra o mercado de trabalho de forma muito precoce, sobretudo o mercado informal, estes passam o dia dedicando-se à função. Dessa forma, escolhemos um horário fora do comercial para que possam se dedicar a formação sem comprometer o seu sustento ou o bem-estar de suas famílias”, declara Santos. A iniciativa conta com incentivo da Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco.

Ao lado de Suzana, também camaragibense, uma equipe majoritariamente feminina, negra e jovem, formada pelas educadoras Gabrielly Dantas (moda), Kalor (audiovisual) e Priscila Melo (fotografia), ministram aulas entre os dias 14 de março e 1º de abril. Enquanto o curso “Moda preta e sustentável” tem a frente a idealizadora da marca Cabrochas, o curso “Além do que se vê” traz o compartilhamento de saberes em fotografia de alguém cujo olhar está reinventando a periferia a partir de um lugar de fala que lhe é próprio. Já em “Narrativas Outras”, curso conduzido por uma realizadora camaragibense, será experimentada a linguagem audiovisual como ferramenta de reparação histórica para o território. Completam a equipe as profissionais Biatriz Santos (design gráfico), Marina (cobertura fotográfica) e a empresa Goelas (assessoria de imprensa)

O projeto surge na intenção de viabilizar oportunidades, tornando-se assim uma estratégia para afastar as juventudes do ócio por meio do desenvolvimento de novas habilidades profissionais no campo da cultura, bem como oportunizar novas redes de contato e de atuação. A carga horária total de cada curso será de 20h, entre atividades em tempo real ou não (síncronas e assíncronas), em decorrência dos cuidados que este momento de crise sanitária inspira.

CRONOGRAMA DOS CURSOS:

Curso Moda "Moda Preta e Sustentável" - 14 à 19/03 - 19h às 21h
Curso Fotografia "Além Do Que Se Vê" - 21 à 26/03 - 19h às 21h
Curso Audiovisual "Narrativas Outras" - 28/03 à 01/04 - 19h às 21h

SERVIÇO

Link para inscrições: https://forms.gle/u94QNBxFRfhnPU1a8
Vagas gratuitas com previsão de ajuda de custo no caso de atividade presencial

Informações: [email protected]

Eeeeeee!! Premiadas pelo Júri técnico na Mostra do Filme Livre: edição especial pandemia 💉💉💉💉 Se vc quiser assistir: o c...
31/01/2022

Eeeeeee!! Premiadas pelo Júri técnico na Mostra do Filme Livre: edição especial pandemia 💉💉💉💉 Se vc quiser assistir: o curta MADEIRA DE LEI ainda tá no site da MFL e o link tá aqui: https://tinyurl.com/madeiradelei 🎥🎬🎞📽 vive! 👵🏽🌴🌳🏡🏡

Segue textão pra quem estiga (kkkkk):

A surpresa foi imensa.

“Tudo que vive nessa terra pressa terra é alimento”, canta Déa, e a vida segue em seu ciclo. Encantamento é porque não se vai tudo, a carne serve de alimento aos bichinhos, o cabelo sla, aera a terra, mas a energia revive justamente aí.

A terra trata de nos abraçar em seu ciclo natural, embora estejamos altamente chernobyl.

Krenak falou algo assim, em entrevista há alguns dias: Gaya pode simplesmente expulsar a vida humana como se bactéria fôssemos, pela forma como somos nocivos ao planeta, como se nos achássemos maiores que ele. O antropoceno.

Sinto que o audiovisual nos traz possibilidades de fazer o caminho da volta, ou viajar ao futuro, documentar e ainda assim tacar fogo.

Pois a própria terra é quem há de preservar a memória dela, inclusive a nossa arqueologia, nem que seja em cinzas.

Grata ao júri técnico da ; as parças do front Erlânia Nascimento (montadora); Aishá Lourenço (som); a Nathalia Queiroz que me filmou soprando a gaita nessa cena, q casou lindamente com a imagem q fiz tacando fogo no quintal; e todo mundo mais que somou chegando chegou somando; salve ancestrais do ontem e amanhã.

“LEVANTA A CABEÇA, PRINCESA, SENÃO A COROA CAI” 🤷🏽‍♀️🏆

Olá, gente! Madeira de lei, dirigido, roteirizado e performado por mim, está concorrendo ao Júri Popular na Mostra do Fi...
14/01/2022

Olá, gente! Madeira de lei, dirigido, roteirizado e performado por mim, está concorrendo ao Júri Popular na Mostra do Filme Livre. O festival entregou um comentário sobre a obra. Para assistir e votar, segue o link https://tinyurl.com/madeiradelei Conto com vcs

"Filme em memória aos ancestrais, tributo a avó e a mãe da realizadora, que foram empregadas domésticas e moraram na comunidade da Lagoinha, na região metropolitana de Recife. Numa das reportagens de TV, uma matéria fala sobre as primeiras mortes por covid, de personagens quase anônimos, subempregados: um porteiro e uma empregada, trabalhadores de uma sociedade que remonta a Casa Grande & Senzala. Filme de arquivo, de memória e de luta de classes." (Chico Serra)

Assista em https://tinyurl.com/madeiradelei

Madeira de lei

"Filme em memória aos ancestrais, tributo a avó e a mãe da realizadora, que foram empregadas domésticas e moraram na comunidade da Lagoinha, na região metropolitana de Recife. Numa das reportagens de TV, uma matéria fala sobre as primeiras mortes por covid, de personagens quase anônimos, subempregados: um porteiro e uma empregada, trabalhadores de uma sociedade que remonta a Casa Grande & Senzala. Filme de arquivo, de memória e de luta de classes." (Chico Serra)

Assista em https://tinyurl.com/madeiradelei

24/10/2021

Este dia foi importante, só agradeço a cada parente envolvido. Vivenciei a gira do toré indígena pela primeira vez, na p...
15/07/2021

Este dia foi importante, só agradeço a cada parente envolvido. Vivenciei a gira do toré indígena pela primeira vez, na praça do Derby, centro do Recife. Já dava atenção às perseguições cada vez mais acirradas contra os povos originários, soube e repliquei que aconteceria a manifestação. Aconteceu bem de última hora eu poder e, mais que tudo, precisar ir! Manifestação é também trazer para o externo o que nos inconforma por dentro. Entre as falas de .ka.ra e outras vozes da , inclusive muitas mulheres indígenas, percebi que o treme terra ressoava eco de milhares de anos de caminhada por esse solo. deu uma ideia em poesia, e em seguida nós de Camaragibe fomos convidados a nos expressar, com o coração aberto pontuei o que acredito sobre todo esse processo de resistência, de retomada, sobre reconhecer os territórios aqui no nosso município e entender exatamente de onde viemos e o que fizeram conosco. Para onde queremos ir? O companheiro .juriti também deu a ideia dele, descalço, sabia onde pisava. Não caiamos nessa de indígenas só existem em aldeias isoladas, na Amazônia ou apenas nas cidades do interior, afinal, cá estamos frutos de algumas violências da colonização (sendo o estupro e a miscigenação gritantes) e diáspora mas também ancorados em muita ciência e pertencimento. Gente deste solo fortaleceu aqueles que vieram sequestrados para cá, apontando os caminhos, coligando e ajudando a viabilizar os quilombos. Acredito que essa história precisa ser inalienável. Agradeço ao mano .ka.ra que nos ofereceu e , à que chegou junto com as máscaras, a que foi uma das minhas duplas no toré, e outras coisas tão lindas que esse dia proporcionou. @ Praça do Derby

Dia de Leilão Trovoa em Chamas em  logo menos às 15h online do YouTube do        #2020                 @ Camaragibe
29/06/2021

Dia de Leilão Trovoa em Chamas em logo menos às 15h online do YouTube do #2020 @ Camaragibe

Reconhecendo antigos territórios indígenas invadidos e apropriados na minha cidade. "Mata da Jocum" - Camaragibe - PE.O ...
14/05/2021

Reconhecendo antigos territórios indígenas invadidos e apropriados na minha cidade. "Mata da Jocum" - Camaragibe - PE.

O nome parece bonito e até de origem não-branca, Jocum, abreviatura para "Jovens com uma missão". É uma iniciativa missionária cristã, situada no meu bairro e em vários outros localidades do Brasil, incluindo comunidades quilombolas e territórios indígenas na Amazônia.

A entrada do cristianismo nesses territórios tem levado à desestruturação cultural de comunidades e povos tradicionais/ originários, como mostra o doc “Ex-Pajé”. Você também pode ler mais sobre a Jocum no , por exemplo, basta pesquisar.

Associaram a mata ao perigo do tráfico, assassinato e estupro. Contudo, há poucas décadas, comunidades inteiras usufruíam delas de Camaragibe para o sustento do corpo e do espírito, através da coleta de alimentos, rituais e também do lazer daquele banho de rio ou simplesmente subir numa árvore. Hoje a atividade se torna cada vez mais rara, com uma áurea de violência.

É muito triste o que a colonização fez e faz, transformando nossos oásis em caos, cortando as asas da população até o ponto em que se pensa que mata é perigosa; isso porque a humanidade tornou-se distante de sua essência e natureza, a partir da implementação de políticas eurocêntricas, imperialistas e capitalistas do "salve-se quem puder".

Porém nós não nos conformaremos com isso! Vez ou outra ganho um punhado de frutas da Mata Atlântica daqui, não mais da Jocum, uma vez que hoje está mudada e ladeada por aqueles condomínios horríveis de isopor - e murada, definitivamente privatizada. A população pensa que é melhor, "mais seguro". Para quem os muros e grades são seguros?

Saudades da cerca de papoulas e espada de São Jorge, de cortar caminho no quintal da vizinha, desejar bom dia, e seguir, e voltar, e entender não só a minha casa, mas todo o entorno como lar.

Foto 1 e 2: Maine Jesus ( em 2016)

Imagem 3 - Frame do meu curta Madeira de Lei (link na bio)

Reconhecendo antigos territórios indígenas invadidos na nossa cidade. Hoje, 13 de maio (ñ é dia de negro), ñ vamos comem...
13/05/2021

Reconhecendo antigos territórios indígenas invadidos na nossa cidade. Hoje, 13 de maio (ñ é dia de negro), ñ vamos comemorar o aniversário de 39 anos do município de Camaragibe - PE (1982), tampouco para me alegrar com a suposta abolição da escravatura (1988).

Reflitamos sobre a "Senzala Móveis", estrutura que sempre me chamou a atenção.

Situada na Belmiro Correira, avenida principal da cidade, em território antes pertencente ao antigo Engenho Timbi, essa antiga loja de móveis, hj de portas fechadas, é um infeliz retrato de como a nossa sociedade naturaliza e dissemina estruturas racistas sem carregar culpa pela violência da escravidão, que até hoje se insinua por meio do genocídio, internamento compulsório e encarceramento da população empobrecida, em sua maioria descendente de África e dos povos originários daqui.

Se o Engenho Camaragibe e o Engenho Timbi, entre outros, prosperaram (mas não sem resistência, uma vez que o primeiro certa feita foi ateado fogo por indígenas - 1 dia eu conto) às margens do Recife, me alegro em saber que tb no início do século XIX o Quilombo de Catucá abarcava todas essas matas e se confirmava como uma intrigante frente de resistência aos desmandos da branquitude sobre a população negra e indígena, através de práticas políticas, bélicas transcendentais.

A resistência em Palmares com Aqualtune, Zumbi e Palmares ressoa no Nordeste, de economia açucareira, em uma onda de resgate e fuga em massa de escravizados, chegando ao ponto em que a dondoca Princesa Izabel não teriam nada mais a fazer senão escrever as poucas linhas que configuram a Lei Áurea.

Acredito que, para além do trabalho de abolicionistas como o Conselheiro João Alfredo, nascido na Casa Grande do Engenho São João (Itamaracá), e morador do Casarão que hoje o ocupa, na Madalena, foram principalmente os corpos dos trabalhadores que mudaram o curso dessa história, uma vez que o Brasil está entre os últimos países a extinguir o tráfico de escravos nas Américas.

Negros, em parceria com indígenas que tão bem conheciam essas paragens da Mata Atlântica, se aquilombaram a fim de não sucumbir.

Reconhecendo antigos territórios indígenas invadidos e apropriados na minha cidade. "Ladeira do Alemão", em pleno territ...
12/05/2021

Reconhecendo antigos territórios indígenas invadidos e apropriados na minha cidade. "Ladeira do Alemão", em pleno território de Mata Atlântica - Camaragibe - PE.

Logo à entrada do meu bairro, Santa Mônica, está essa subida. Chamam de Ladeira do Alemão por um antigo "proprietário" de um terreno por ali. Comprou de quem? Quem vendeu? 🤔

Como se pega a natureza e se assina um papel, se apropria, a partir das capitanias hereditárias e do fatiamento de um solo sagrado em troca de poder e dominação imperialista? 🖋👑

A ladeira desemboca em uma Assembleia de Deus monumental que se sobressai no topo, podendo ser vista nos arrabaldes da cidade, e, mais à frente, na Mata da Jocum (Jovens com uma missão)" - um assunto à parte. 🌳🚫

Diz-se que essas comunidades religiosas cristãs presta assistência social ao povo, contudo, como posso louvar aqueles que mesmo começaram essa miséria toda com o lance da catequização, doutrinação e não-reconhecimento das práticas e espiritualidades originárias? 🏹

Como? Dizendo como se deve vestir, portar, se relacionar, a quem se deve TEMER (deus, esse ser único e universal), transformando matas em estacionamentos, privatizando paragens outrora públicas, ribeirinhas. Empobrecendo o nosso povo. 💸💸

Se aproxima o aniversário da nossa cidade, logo as narrativas de emancipação vêm a se sobressair, portanto faço um esforço para revisar essa narrativa colonizada de que os engenhos e posteriores tentativas de urbanização do município vieram a calhar. À quem? 🤦🏾‍♀️

Quando tô na boca da mata, subindo um morro que antes possivelmente funcionou como quilombo -- quiçá inté hoje resistimos como quilombolas urbanos -- não sinto posse sobre esses espaços, sinto-me parte dessa natureza, desmatada e desconfigurada tal qual. 🛤🏭⛪️🙈🏬⛪️

Quando toco gaita de caboclinhos, por vezes fecho os olhos, e sinto uma marcha descalça em meio à mata a expropriar e restituir tudo o que nos foi colonizado: Terra, Corpas, Águas, Ciência, Sangue, Suor y mais.

Foto: 👨🏼‍🎤

Nem parece que é mãe. Qual seria a cara de mãe? Mãe agora tem fôrma? Até onde eu sei esse lugar foi relegado à estranhez...
11/05/2021

Nem parece que é mãe. Qual seria a cara de mãe? Mãe agora tem fôrma?

Até onde eu sei esse lugar foi relegado à estranheza para as pessoas racializadas e dissidentes. As primeiras porque tiveram suas mães pretas tiradas de si pelo trabalho escravo e/ou doméstico. As demais porque a sociedade diz que caso você fuja ao padrão de gênero e sexualidade você não tem direito, sequer, ao amor de mãe, que diz-se por aí que é o único amor verdadeiro.

Acho que a maternidade tá mais pra um sentimento, uma forma de estar no mundo e que não tem nada a ver com passada de pano ou servidão.

É sobre se perceber parte do universo, nem melhor nem pior, é sentir as águas em si; saber quando se pesa e quando se flutua.

A maternidade não é só sobre gestação, puerpério (popularmente chamado como "descanso"), sobre amamentar ou mesmo adotar. É um estado de espírito que inclui refletir, errar, aprender e ensinar, sentir muito medo, se culpar e se perdoar, afastar desejando, trabalhando brincar.

Endereço

Praça Do Derby
Recife, PE
52010140

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Pode me chamar de Karolina.

Entre tantas coisas, é possível dizer que atuo atuamos, através do meu nosso corpo, na arte, na política e na comunicação. Que, para isso, me nos debruço debruçamos sobretudo nas linguagens do texto, do audiovisual. Criei criamos na residência artística do Hotel Styllus a série de performances intitulada #TECNOLOGIAASERVICODAORGIA, sobre a hipersexualização e desterritorialização e desgovernação e desindustrialização do meu nosso corpo enquanto mulher negra, jovem e periférica pelo viés das virtualidades. Pelo live streaming (transmissão ao vivo) vislumbro vislumbramos compartilhar-me-nos diante de um mundo apenas ainda ~supostamente~ “globalizado”. Enquanto estou estamos na minha nossa comunidade, situada no bairro de Santa Mônica, Camaragibe, PE, Brazil, também posso podemos e estou estamos na Rua Guaicurus - BH - MG, tido como o Maior Centro de Prostituição Deste País,

Depois conto mais