31/08/2026
Olhar para trás e relembrar o lançamento do nosso documentário traz um misto de orgulho profundo e uma ponta de inquietação. Colocar esse filme no mundo foi um ato de pura coragem e paixão pelo cinema.
Rodamos 4 países, mergulhamos em memórias, resgatamos arquivos e construímos uma obra absurdamente rica em história, cultura e conhecimento. Cada cena carrega o suor, a entrega e a alma de uma equipe inteira que acreditou na força dessa narrativa.
Mas fazer cinema independente no Brasil é só a primeira metade da batalha. A segunda — e talvez a mais dura — é fazer a obra circular.
Até hoje, lutamos contra as barreiras de uma distribuição justa. É um desafio diário ver um material tão potente, fruto de anos de dedicação e com alcance internacional, ainda sem a distribuição comercial que merece. O mercado muitas vezes fecha as portas para o que é denso e autoral, mas a gente se recusa a aceitar o silêncio.
Essa história não foi feita para ficar guardada em HDs ou limitada a circuitos restritos. Eu quero o nosso filme nas salas de cinema. 🎥
Quero a experiência da sala escura, a projeção na tela grande, o som imersivo e a emoção compartilhada na pipoca, no debate e no olho no olho. O cinema vive do encontro com o público, e a nossa obra pertence às telonas.
Seguimos na resistência e na busca por parceiros, distribuidores e exibidores que acreditem no poder do audiovisual independente.
Quem aí também quer ver essa história no cinema? Marca nos comentários quem precisa ajudar a fazer esse filme rodar o Brasil! 👇
SalasDeCinema ArteEResistência HistóriaEMemória