TA - Tentalize

TA - Tentalize Nasceu, então o TENTALIZE AUDIOVISUAL.

Tentalize Audiovisual – TA é um coletivo do bairro Jangurussu que tem como intuito contar histórias das comunidades, do cotidiano, das pessoas e eventos, além da cidade como um todo. O Coletivo se dispõe a trabalhar de forma alternativa olhares mais sensíveis sobre a relação da cidade e seus moradores, com a perspectiva de vivenciar a educação-audiovisual, levantando sempre questões referentes aos

direito humanos, direito à comunicação, midiativismo etc. O coletivo surgiu da necessidade de trabalhar linguagens artísticas e ao mesmo tempo politizadas na documentação das ocupações secundaristas de Fortaleza, em março de 2016. O nome Tentalize nasce da junção da palavra “Tentar”, com o objetivo de produzir conteúdos audiovisuais junto às dificuldades da periferia; e a palavra “Equalize”, que vem tornar igual, ou seja, produzir de forma independente, para que a informação chegue a todos. Através de uma atividade voltada ao cinema, usando ferramentas como celulares e máquinas compactas como produções audiovisual dentro das comunidades, trazendo um pouco do conteúdo e fazendo com que as pessoas narrem o seu dia-a-dia.

22/05/2020

Março de 2020, as famílias se encontram em quarentena devido ao COVID19. O filme trás a rotina duma família do Santa Filomena, no Bairro Jangurussu. O barulho da rede que balança na sala, a avó que cozinha e trabalha e as brincadeiras das crianças, criam uma Crônica Visual dentro dessa Rotina Familiar.

Março de 2020, as famílias se encontram em quarentena devido ao COVID19. O filme trás a rotina duma família do Santa Fil...
16/05/2020

Março de 2020, as famílias se encontram em quarentena devido ao COVID19. O filme trás a rotina duma família do Santa Filomena, no Bairro Jangurussu. O barulho da rede que balança na sala, a avó que cozinha e trabalha e as brincadeiras das crianças, criam uma Crônica Visual dentro dessa Rotina Familiar.

Março de 2020, as famílias se encontram em quarentena devido ao COVID19. O filme trás a rotina duma família do Santa Filomena, no Bairro Jangurussu. O barulho da rede que balança na sala, a avó que cozinha e trabalha e as brincadeiras das crianças, criam uma Crônica Visual dentro dessa Rotina Familiar.

Em Breve.

Ficha Técnica:
Consultoria: Emilly Guilherme
Produção: Emilly Guilherme e Leo Silva
Ideia/Concepção/Roteiro/Câmera/Edição: Leo Silva

Atores/Família.
Ordem de aparição:
Mãe
Pai
Sobrinhas
Sobrinho

Apoio Cultural
l Festival de Cultura Dendicasa da Secretária de Cultura do Estado do Ceará..

Pôster por Emilly Guilherme.

13/05/2020

Março de 2020, as famílias se encontram em quarentena devido ao COVID19. O filme trás a rotina duma família do Santa Filomena, no Bairro Jangurussu. O barulho da rede que balança na sala, a avó que cozinha e trabalha e as brincadeiras das crianças, criam uma Crônica Visual dentro dessa Rotina Familiar.

Sobrevivendo na adversidade, um texto sobre o documentário Rotinas, feita por Arthur da Revista Berro."A riqueza do docu...
06/07/2019

Sobrevivendo na adversidade, um texto sobre o documentário Rotinas, feita por Arthur da Revista Berro.

"A riqueza do documentário está também na sua aposta em mostrar as cotidianidades do bairro: crianças empinando bicicletas, feirantes montando as barracas para a feira que se avizinha, senhores jogando um descontraído dominó num final de tarde, o movimento das ruas…"

Mais do que práticas rotineiras, “Rotinas” aborda os desafios das gentes simples para ter o de-comer do dia a dia. A partir do diálogo com três comerciantes do São Cristóvão, no Grande Jangurussu, região sul de Fortaleza, somos levados a aprender um pouco mais sobre como é sobreviver em ...

A Plataforma é uma proposta de cooperação entre coletivos do Jangurussu, para divulgar projetos e trocar atividades, atu...
26/06/2019

A Plataforma é uma proposta de cooperação entre coletivos do Jangurussu, para divulgar projetos e trocar atividades, atuando como forma de divulgação, mas também dando espaço para coletivos trocarem ideias e realização de atividades, além de permitir que cada coletivo tenha sua própria página web.

Você faz parte de algum coletivo, movimento ou ação?
Se inscreva: https://forms.gle/ni6r7Gk2A9JvbqQs5

07/03/2019

A enchente que alagou o Conjunto Palmeiras e outras comunidades próximas do Rio cocó tem outras causas além da grande chuva.

A barragem do Rio Cocó, que teve um investimento total , incluindo valores destinados a desapropriação do entorno da construção, de R$ 105 milhões de reais, possui capacidade máxima de acúmulo de 6,4 milhões de metros cúbicos de água.

Com as obras iniciadas em janeiro de 2015, ela foi inaugurada no dia 7 de junho de 2017, afim de controlar o fluxo da água, para evitar as cheias do Rio Cocó.

A pergunta é: porque o sistema não funcionou?

Desde as 7h do sábado até as 7h do domingo, dia que ocorreu a enchente, Fortaleza registrou uma média de chuva de mais de 120 milímetros, porém não foram somente as chuvas a responsável pelo transbordamento.

Segundo o ambientalista Iderlandio Morais, as comportas da barragem não foram liberadas no período anterior da chuva (período que já tinha iniciado em dezembro de 2018, o que fez com que a água da barragem fosse acumulada).

O procedimento correto seria liberar, aos poucos, a água pelo sistema de comportas, para que pudesse ser escoadas de modo regular, processo que, segundo o ambientalista, a COGERH (Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos) não realizou.

A COGERH e os demais órgãos responsáveis pela regulação da barragem, não podem ser excluídas da responsabilidade pelos danos causados às comunidades que sofreram a enchente.

Com quase quinze dias, desde o ocorrido, muitas famílias atingidas ainda aguardam por respostas e reparações dos responsáveis pelos danos, por enquanto, o que se ver são gestos de solidariedade em forma de doações de alimentos, materiais de higiene, roupas e brinquedos para as crianças, organizados e coletados pela própria comunidade.

"É uma responsabilização que o Governo do Estado e a COGERH não podem sair isentos".

Domingo (24), diversos moradores saiam de suas casas na tentativa de salvar alguns dos seus bens.Algumas carroças e carr...
28/02/2019

Domingo (24), diversos moradores saiam de suas casas na tentativa de salvar alguns dos seus bens.

Algumas carroças e carros foram utilizados para retirar alguns móveis. Quem tem para onde ir, menos mal, mas quem não tem? O que pode ser feito? Uma mulher gestante preocupada porque perdeu o enxoval do neném, um senhor acamado que teve que ser levado às pressas numa carroça, porque a rua que ele mora, o nível da água já estava na cintura e mesmo sem chuvas, o nível da água continua subindo. O que pode ser feito?

Recentemente, o Governo do Estado construiu uma barragem para evitar as grandes enchentes. A barragem sangrou. Foi aberta uma das comportas para escoar a água, porém, essa comporta foi aberta tardiamente e como consequência, ocasionou o sangramento e a água do rio está invadindo as casas dos moradores que moram mais próximos. Se o nível da água continuar subindo, o que será feito?

Durante a manhã de domingo o nível da água só subia... Quando chegamos na rua, o nivel da água estava nas canelas, cerca de 2 horas depois, a água já estava na cintura... Enquanto isso as famílias ficam se deparando com o desespero de perder aquilo que foi conquistado com tanto suor.

Enquanto isso ficamos aqui com o coração na mão, apelando para os santos um milagre, uma ajuda, um socorro.

Aqui segue um grito! Não podemos pagar pelos erros técnicos da má- administração da barragem! Que o Estado se responsabilize pelos prejuízos!

Texto de Iziane Silvestre l

BÓ CURTIR!?Esse foi um registro feito pela Lucianna Silveira na V Caminhada pela Paz do Grande Bom Jardim e ele está ent...
10/12/2018

BÓ CURTIR!?

Esse foi um registro feito pela Lucianna Silveira na V Caminhada pela Paz do Grande Bom Jardim e ele está entre os finalistas do prêmio fotográfico do Fundo Brasil de Direitos Humanos.

A foto com mais curtidas 👍, será a vencedora!

É só curtir a foto original através desse link: https://www.facebook.com/fundobrasil/photos/a.2238201562870556/2238201776203868/?type=3&theater

✊✊🏾✊🏿

Organização: Centro de Defesa da Criança e do Adolescente do Ceará
Fotógrafa: Lucianna Maria da Silveira Ferreira
História da foto:
Registro da V Caminhada Pela Paz do Grande Bom Jardim, que pautou, sobretudo, a reafirmação de direitos. Bom Jardim é um bairro localizado na periferia da Fortaleza e é conhecido por ter um povo de incansável luta pelo direito e pela participação, uma comunidade com diferentes gerações de pessoas que lutam pela vida e para não ter sua voz silenciada.
“Paz sem voz, não é paz: é medo!”, foi um dos lemas escolhidos para 2018, com um convite à luta e resistência em atravessar o contexto atual da cidade. Uma luta de mulheres, crianças e juventudes, coletivos, movimentos e escolas, comunidade LGBT, comunidades religiosas, entre outros/as.

24/11/2018

"Criei, eduquei, sacrifiquei pela a minha filha. Para o estado fazer isso. Então o estado tem mais do que obrigação sim, de nos dar apoio sim e de estar junto com a gente sim. Nesse sentindo, eu concordo com eles. Porque na verdade, é obrigação deles. Já que eles vitimaram a minha filha. A minha filha foi morta pelo o estado."

A Marcha da Periferia realizou nesse ano, sua 6ª caminhada pelas ruas da capital. O ato aconteceu na quarta – feira, 14, com concentração na UECE, Campus do Itaperi e com destino final na Praça da Cruz Grande, na Serrinha.
Com a temática “E se fosse seu filho? E se fosse sua filha?” a Marcha lembrou dos 3 anos da chacina que matou 11 pessoas no Curió e também das tantas vidas tiradas pelo estado e sua política de segurança hostil.

Nessa quarta-feira, (14), aconteceu a Vl Marcha da Periferia, com o tema: E se fosse seu Filho? E se fosse sua Filha?A c...
17/11/2018

Nessa quarta-feira, (14), aconteceu a Vl Marcha da Periferia, com o tema: E se fosse seu Filho? E se fosse sua Filha?

A concentração ocorreu na rotatória da UECE, do campus Itaperi, com mães, artistas, movimentos e coletivos de juventude presentes, para lembrar e denunciar o número assustador de mortes no estado do Ceará e também trazer a lembrança os 11 jovens mortos da chacina do Curió, em 2015.

Durante o ato, foi lida a nota que, entre outras falas, repudia a atual política de segurança do Estado do Ceará, que tem como principal alvo a juventude pobre, negra e periférica.

A Marcha caminhou até a Praça da Cruz Grande, na Serrinha, onde foi entoada diversas falas, encerrando-se com a apresentação de um teatro político, com o governador, representado por um personagem, recebendo o troféu Ceará Pacífico, lavando suas mãos no sangue que o Estado derramou e vem derramando durante todos esses anos com suas política de segurança ostensiva.

Documentário ROTINAS na Mostra do Cinema Possível e Urgente . Dentro da programação do Corredor Cultural Benfica  A exib...
10/10/2018

Documentário ROTINAS na Mostra do Cinema Possível e Urgente . Dentro da programação do Corredor Cultural Benfica

A exibição será as 9hs na Reitoria da UFC.

✿ rotinas, 14' 24"
realização: leo silva, lucianna silveira, thiago campos

✿✿ sinopse: três rotinas que se encaixam em um só caminho, dona leonora "tia do caldo", dona quinha e seu luís "tio do churrasco", utilizam o lugar como uma alternativa para o sustento da família. é aqui que suas vidas se encontram, muito além das vendas, dos diversos clientes que atendem, das conversas constantes, eles são partes de um todo, de um espaço, de uma ROTINA.

Endereço

Fortaleza, CE

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