Clube do Susto

Clube do Susto De fãs para fãs de filmes de Horror, Terror, Suspense e Ficção Científica. Dicas e novidades para voc

Habitantes dos cantos escuros da terra, PV aqui, sejam bem-vindos a mais uma crítica marcante.“Joan Burrows retorna a su...
19/11/2025

Habitantes dos cantos escuros da terra, PV aqui, sejam bem-vindos a mais uma crítica marcante.

“Joan Burrows retorna a sua cidade natal para a formatura da sobrinha, mas o desaparecimento de jovens e um corpo mutilado reacendem o trauma que ela tentou enterrar. Flashbacks revelam seu passado brutal com o assassino Bishop, do qual foi a única sobrevivente.”

Escrito por Zack Ford, dirigido por Jed Weintrob, e estrelado por Angela Bettis, Christopher Titus, Kirby Bliss Blanton, Ben Cotton, e Brandon Jay McLaren, A MARCA DO MAL tem bons elementos, mas, é fraco e morre na praia com algumas péssimas execuções.

Em sua adolescência, Joan Burrows e sua amiga são vítimas de um homem sá**co e terrível, - conhecido como Bishop, funcionário da funerária local - que as faz passar por um jogo de tortura extremamente doentio. Sendo a única sobrevivente, Joan nunca esqueceu o trauma físico e emocional ao qual foi submetida, carregando consigo as cicatrizes, marcas do mal que nunca desapareceram. Quinze anos depois ela retorna a sua cidade natal, onde seu irmão Jeff, vive com a filha Olympia. No entanto, o passado retorna para assombrá-la quando corpos multilados de jovens começam a surgir novamente.

É perceptível o esforço que os envolvidos tiveram em certos aspectos da parte técnica, - apesar do claro baixo orçamento, e de ser um filme independente - como cenários, fotografia, cinematografia, e direção de arte, tem ali um “Filmmaking”, e além disso, a maquiagem e efeitos práticos, desde os machucados até as torturas certamente se destacam.

No entanto, a má atuação, ou o desinteresse em dar ênfase nas emoções necessárias tornam a experiência ainda mais sofrível, já que para além disso, decisões tomadas em relação ao roteiro, aos diálogos, maneira como a história se desenrola, ou até mesmo soluções narrativas, claramente deixam a desejar, empobrecendo demais a obra.

Eu gostei do filme, matei a minha curiosidade em assisti-lo, no entanto, apesar de não ser péssimo, pois tem potencial e bons elementos, deixa muito a desejar na atuação, na execução do roteiro.

Habitantes dos cantos escuros da internet, PV aqui, sejam todos bem-vindos a mais uma crítica cheia de ESCURIDÃO“Adèlle ...
17/11/2025

Habitantes dos cantos escuros da internet, PV aqui, sejam todos bem-vindos a mais uma crítica cheia de ESCURIDÃO

“Adèlle leva sua filha Sarah para visitar o pai, James, que mora em uma casa isolada na costa do País de Gales. Em meio a lendas celtas, matar as saudades do pai, e explorar as imediações, no entanto, um terrível acidente acontece, deixando a família, outrora dividida, agora completamente destruída”

Baseado na obra “Ovelha”, do autor Simon Maginn, com roteiro assinado por Stephen Massicotte, dirigido por John Fawcett, e estrelado por Maria Bello, Sophie Stuckey, Sean Bean, Maurice Roëves, e Abigail Stone, ESCURIDÃO é uma obra de terror folk inspirado na cultura celta, envolta em drama, suspense e direção de arte típica dos anos 2000.

Logo na manhã após sua chegada próximo a casa de James, Adèlle começa a ter visões sobrenaturais envolvendo a sua filha, a qual tem uma péssima relação. Sarah conhece a casa, seu quarto e um pouco das lendas locais, enquanto seu pai tenta se dar bem com a sua mãe. No entanto, não demora muito para a primeira reviravolta acontecer.

Esse filme tinha tudo pra ser realmente muito bom, como cenários bem feitos, paisagens lindas, ótima fotografia e direção de arte, figurino e maquiagem “ok”, atores em destaque, mas…não.

Talvez o baixo orçamento seja o principal responsável, mas, o que mais salta aos olhos é além da superficialidade das temáticas, como crise familiar, problemas psicológicos, e pano de fundo cultural, dos tropeços no storytelling, também - em alguns momentos - a atuação que parece desinteressada, não transmitindo profundamente o teor ou carga emocional que certas cenas ou a história como um todo demandavam.

No entanto, apesar de ter achado “The Dark” um tanto quanto fraco, a obra se esforça para oferecer um entretenimento razoável e interessante, seja com pontos positivos já citados, mas, também com certas ousadias no roteiro, que culminam em reviravoltas corajosas, que podem ou não deixar um gosto amargo no espectador.

Habitantes dos cantos escuros do universo, PV aqui, sejam bem-vindos a mais um unboxing (?)“A arca Elysium viaja pelo un...
17/11/2025

Habitantes dos cantos escuros do universo, PV aqui, sejam bem-vindos a mais um unboxing (?)

“A arca Elysium viaja pelo universo em busca do planeta Tanis, levando a humanidade para um novo começo”

Horror e ficção-científ**a colidem neste clássico cult, de produção Britânica e Alemã de 2009, escrito por Travis Milloy, dirigido por Christian Alvart, e estrelado por Dennis Quaid, Ben Foster, Cam Gigandet, Antje Traue, Cung Le, e Eddie Rouse.

Dois oficiais acordam acidentalmente do “Hiper Sono” em meio a uma crise em sua nave. Desorientado, e ainda recuperando suas memórias, o Cabo Bower resolve trilhar um caminho rumo ao reator, em busca de ajuda e respostas, enquanto o Tenente Payton aguarda no centro de comando. Como em um RPG, se esgueirando em meio a escuridão, Bower encontra diferentes personagens. No entanto, além da escuridão e da amnésia, encontram seres tribais, sedentos por carne humana, dificultando ainda mais toda a situação.

PANDORUM vai se revelando aos poucos, pautado sempre em elementos narrativos próprios, da ficção-científ**a, e do terror.

Os elementos mais importantes são decorrentes dos efeitos do “longo sono espacial” (Hiper Sono), como a perda de memória, e o PANDORUM (que dá nome ao filme) - efeito este que leva a uma espécie de “loucura do espaço”, alterando a percepção e a personalidade do indivíduo.

Já o horror se dá na clara mistura de elementos como o isolamento espacial, “zumbis”, sobrevivência, ambientes claustrofóbicos, escuridão, e relações interpessoais. E intrinsecamente, no desenrolar braseiro do drama dos personagens e da história, alimentado pelo retorno gradual das memórias.

Eu gostei bastante, mas, em certos momentos eu esperava um pouco mais, as vezes um pouco mais de ousadia, personagens um pouco mais diferentes do que são vistos, mais conflitos, e um pouco mais de gore, mas, ainda assim, é um bom entretenimento para quem quer assistir um “horror espacial”.

Na minha opinião, Pandorum é um bom filme, com ótimas cenas de ação, suspense e terror intensos, aproveitamento interessante dos personagens, e que nos deixa em constante alerta.

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Chega final do ano e..."Ninguém confia em ninguém agora, e estamos todos muito cansados""Nobody trusts anybody now, and ...
09/11/2025

Chega final do ano e...

"Ninguém confia em ninguém agora, e estamos todos muito cansados"

"Nobody trusts anybody now, and we're all very tired"

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01 de Novembro de 2025O  preparou uma super dica para você que quer passar o pós DIA DA COLHEITA (Halloween) longe dos p...
01/11/2025

01 de Novembro de 2025

O preparou uma super dica para você que quer passar o pós DIA DA COLHEITA (Halloween) longe dos perigos noturnos, no conforto de seu lar.

Está na ressaca da COLHEITA e precisa de uma rolê mais ameno para recuperar as forças, ou simplesmente um sossego? NÃO DIGA MAIS NADA

Nós fizemos uma seleção de 5 filmes de Halloween que fogem das produções USA, rodando um pouco os cantos escuros da terra.

Arraste para o lado e confira as indicações.

 

31 de Outubro de 2025O @ ClubeDoSusto preparou uma super dica para você que quer passar O DIA DA COLHEITA (Halloween) lo...
31/10/2025

31 de Outubro de 2025

O @ ClubeDoSusto preparou uma super dica para você que quer passar O DIA DA COLHEITA (Halloween) longe dos perigos noturnos, no conforto de seu lar.

Sabemos que nem todo mundo tem aquele pique ou oportunidade para celebrar A COLHEITA em festas, baladas, reuniões do coven, etc, e foi pensando em quem quer apenas curtir a data em casa, assistindo a um filminho temático, sozinho ou em companhia só dos melhores, que nós selecionamos CINCO FILMES que se passam de alguma forma no Halloween.

Arraste para o lado e confira as indicações.

...O Halloween está logo alí, o ponto alto do ano para os fãs do Horror, e o  quer saber:- Quais os seus planos para o "...
30/10/2025

...

O Halloween está logo alí, o ponto alto do ano para os fãs do Horror, e o quer saber:

- Quais os seus planos para o "Dia da Colheita"?

Habitantes dos cantos escuros dos pampas, PV aqui, sejam muito bem-vindos a mais uma crítica sangrenta.Escrito por Deive...
29/10/2025

Habitantes dos cantos escuros dos pampas, PV aqui, sejam muito bem-vindos a mais uma crítica sangrenta.

Escrito por Deive Pazos, Alexandre Ottoni (Jovem Nerd) e Ian SBF (Porta dos Fundos), e dirigido pelo último, “A PRÓPRIA CARNE” é um conto de terror folclórico, com pano de fundo histórico, e boa dose de suspense.

Três soldados desertores, fugindo dos horrores da Guerra do Paraguai, atravessam a mata em busca de refúgio após matarem um oficial de alta patente, acabam encontrando uma casa isolada, habitada apenas por uma jovem mulher e um idoso fazendeiro.
A partir desse encontro, o filme se desenvolve em um clima crescente de desconfiança, mistério e tensão.

A narrativa captura com eficiência a sensação de isolamento e desconforto que surge ao receber estranhos em um ambiente remoto. A iluminação e a sonoridade reforçam a atmosfera opressiva, ampliando o peso emocional das interações entre os personagens.

Misturando elementos folclóricos e históricos, a obra transita por gêneros diversos: suspense psicológico, terror de sobrevivência, e até drama. O resultado é uma experiência intensa e visualmente impressionante. A fotografia, a direção de arte, o figurino e os efeitos práticos são pontos altos. O destaque também vai para o fazendeiro, um personagem complexo e intrigante, cuja fala culta e comportamento ambíguo sustentam boa parte da tensão narrativa.

O suspense é constante, crescendo de forma orgânica até o desfecho, mantendo o público em alerta e envolvido. A direção consegue equilibrar ritmo e atmosfera, criando uma “estufa” de tensão que só se dissipa nos minutos finais.

Por outro lado, o roteiro peca em alguns aspectos. O contexto histórico, embora promissor, tem pouca relevância e serve apenas como pano de fundo. As motivações e o passado dos protagonistas são pouco explorados, e os elementos sobrenaturais aparecem de forma tímida, quase decorativa.

No entanto, ponderando como eu me senti assistindo, o filme em si, e a minha análise sobre ele, concluo que tem mais acertos do que erros, sendo um ótimo entretenimento, principalmente para os fãs de terror. NOTA 8 de 10.

Habitantes dos cantos escuros da internet, PV aqui, sejam bem-vindos a um clima de tensão e suspense inesgotável.“Masha ...
28/10/2025

Habitantes dos cantos escuros da internet, PV aqui, sejam bem-vindos a um clima de tensão e suspense inesgotável.

“Masha e sua mãe Elisa se mudam para a casa de sua avó que possui demência. Em meio a dúvidas se seu pai realmente está morto, sua mãe começa a sentir uma presença ameaçadora, e passa a isolá-la do mundo exterior”

Escrito e dirigido por Alexandra Latishev Salazar, e estrelado por Helena Calderón, Liliana Biamonte e Ana Ulloa, “Delírio” (Chile/Costa Rica) é um drama independente envolvido por uma densa camada de alegorias e suspense.

Muitos de nós já f**amos com medo ao visitarmos nossos avós no interior, aquele misto de solidão e companhia indesejada, que só aquele contexto de f**armos “presos” em um local isolado é capaz de proporcionar. Agora adicione isso a um pai supostamente falecido que ninguém quer falar sobre, uma avó com demência, e uma mãe que - talvez em luto - está sempre à flor da pele. Perguntas sem resposta, folclore, a dor da perda, o luto, a solidão, a incerteza, os resquícios do passado, o isolamento, tudo isso e ainda mais, velados em figuras de linguagem e alegorias em um suspense dramático, que f**a sempre trazendo uma maior antecipação, o desconhecido que nunca chega.

Em “Delírio”, a tensão nunca para de ser construída, o espectador nunca sabe o próximo passo, e, da mesma maneira que o filme apenas começa, ele apenas continua, e apenas termina, como poeira ao vento, como um reles cotidiano.

Para tirar uma conclusão é necessário viver essa história, que com toda a sua fluidez, não parece saber o que quer, a quais subgêneros pertence, nem mesmo para onde vai, buscando apenas mostrar e fazer refletir.

Apesar de eu ter chegado a certo entendimento ao final da película, as incertezas que ela constantemente proporciona, geram insegurança, e isso me tirou um pouco da imersão algumas vezes, assim como a constante construção do suspense e da antecipação.

A obra toda é um delírio? Cada personagem é a mesma representação arquetípica, mas, em estágios diferentes? Assista e descubra

Nota 7 de 10 pela capacidade reflexiva.

Habitantes dos cantos escuros da internet, PV aqui, sejam todos bem-vindos a mais uma tour pela cidade mais assombrada d...
23/10/2025

Habitantes dos cantos escuros da internet, PV aqui, sejam todos bem-vindos a mais uma tour pela cidade mais assombrada do Brasil.

“Isabel e seu grupo de amigos investigavam casos paranormais em Recife para seu canal na internet, quando em um dia são contratados por um enigmático empresário da região, para encontrarem o tesouro da lendária Branca Dias.”

Escrito por Ulisses Brandão e Jaqueline Brandão, dirigido por Adriano Portela, e estrelando Vitória Strada, Daniel Rocha, Gil Paz, Pally Siqueira, Beca Barreto, Madu Melo, Márcio Fecher, Washington Machado e Cinthia Buarque, “RECIFE ASSOMBRADO 2: A Maldição de Branca Dias” é uma sequência alucinante, imersa em terror e folclore, e que supera demais o original.

É uma obra criativa, interessante, e carismática, que mesmo dando vários passos além, não abandona os elementos e personalidade que ajudaram a moldar a obra original.
Eu gostei demais da experiência em quase 100% do tempo, e acredito que os fãs de terror irão gostar também.

Sobre pontos positivos, é superior tecnicamente ao primeiro, contando com ótimas sequências, cenas interessantes visualmente, e linguagens diferentes, como a utilização pontual do estilo “found footage”.
A obra expande o seu “lore”, e a sua mitologia, traz de volta alguns personagens do filme anterior, porém, com foco em um novo grupo, jovens investigadores paranormais.

Já o principal defeito, é o quinto final da obra, que decai rapidamente f**ando quase irreconhecível perante a qualidade intrínseca demonstrada até aquele momento, no entanto, não estraga a experiência.

Sendo assim, a conclusão que chego, é de que “Recife Assombrado 2” supera todas as expectativas, principalmente em relação ao primeiro filme, sendo em quase toda a sua duração muito superior tecnicamente ao seu antecessor, assim como uma ótima obra de terror nacional, merecendo nota 8 de 10.

Chegou a hora de voltar às sombras...PV aqui, trazendo para vocês essa novidade quentinha.“Vampire: The Masquerade – Blo...
22/10/2025

Chegou a hora de voltar às sombras...

PV aqui, trazendo para vocês essa novidade quentinha.

“Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2” finalmente foi lançado, trazendo de volta para os videogames um dos universos mais cultuados do RPG gótico moderno.

Desenvolvido pela The Chinese Room e publicado pela Paradox Interactive, o jogo coloca o jogador no papel de Phyre, um vampiro ancestral que desperta na Seattle atual.

Ambientado no mesmo universo do clássico de 2004, “Bloodlines 2” combina ação em terceira pessoa, escolhas morais, e uma narrativa que muda conforme suas decisões.

Os jogadores podem escolher entre seis clãs vampíricos: Brujah, Tremere, Banu Haqim, Ventrue, Toreador e Lasombra, cada um com poderes e filosofias únicas.

Por que jogar:
Continuação de um clássico cultuado por fãs de RPG.
Ambientação sombria e densa inspirada no RPG de mesa original.
Personagens moralmente ambíguos e múltiplos finais possíveis.

Mas atenção:
As primeiras análises e críticas são mistas quando não somente medianas, destacam ambiente envolvente, porém, problemas técnicos e combate repetitivo.

Seattle nunca foi tão perigosa... e nem tão fascinante.

“Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2” já está disponível para todas as plataformas.

Habitantes dos cantos escuros da internet, sejam bem-vindos a mais uma crítica cinematográf**a, desta vez, revelando um ...
20/10/2025

Habitantes dos cantos escuros da internet, sejam bem-vindos a mais uma crítica cinematográf**a, desta vez, revelando um Recife Assombrado.

“Após o sumiço de seu irmão, Hermano vai até Recife para investigar o desaparecimento, só para se ver em meio a uma trama criminosa e sobrenatural”.

Escrito por Ulisses Brandão, Bruno Antônio, Roberto Beltrão e André Balaio, dirigido por Adriano Portela, e estrelado por Daniel Rocha, Rhaísa Batista, Márcio Fecher, Rayza Alcântara, Pedro Malta, e Germano Haiut, “RECIFE ASSOMBRADO: O filme” é uma obra de terror sobrenatural e folclórico, sendo considerado o primeiro do gênero em Pernambuco.

Como um fã de terror, eu gostei do que eu assisti. Uma obra que introduz ao público geral do Brasil, um pouco do folclore e crenças específ**as, ou ao menos, mais pertinentes na própria cidade de Recife, e que ainda por cima trabalha drama familiar, investigação e suspense.

Como pontos positivos temos algumas cenas filmadas de maneira criativa, algo que ajuda a enriquecer visualmente. Do começo ao fim existe um clima de tensão e inquietude, proporcionados em parte pelo roteiro, atuação, assim como também pela fotografia. Além disso, existem cenas mostrando partes da cidade, ao mesmo tempo que as intercala com a atmosfera sombria da história. Por fim, um elemento que de início parece estar deslocado, é o das animações, que ajudam a contar a história, principalmente quando relacionadas a um determinado personagem.

Já os pontos negativos tem relação com algumas passagens de tempo, cortes e montagens pobremente executadas, o que deixa a obra um pouco confusa, e traz um certo ar de amadorismo. Alguns elementos narrativos e visuais são difíceis de entender se foram propositais ou não, algumas atuações em certos momentos demasiadamente caricatas, já outras, parecendo desinteressadas.

É um filme independente, de baixo orçamento, por isso que algumas coisas são passíveis de serem relevadas, e outras são merecedoras de serem exaltadas, sendo assim, tudo considerado, é uma obra que em parte supera as expectativas, garantindo para si uma nota de 5 de 10. É possível assistir no site da VIU CINE.

Endereço

Curitiba, PR
80010-030

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