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A décima terceira temporada de American Horror Story já está disponível com exclusividade no Disney+!Funcionando como um...
25/09/2026

A décima terceira temporada de American Horror Story já está disponível com exclusividade no Disney+!

Funcionando como um grande crossover que celebra os 15 anos da franquia e traz de volta atrizes icônicas como Jessica Lange e Sarah Paulson.

A trama acompanha Ben DeSoto, um jovem com pavor irracional do número 13 que, ao aceitar o trabalho de cuidador de um idoso misterioso sob a tutela de Constance Langdon, acaba preso em uma conspiração sobrenatural que rompe o véu entre o mundo dos vivos e dos mortos.

No total, a temporada será composta por 13 episódios de 30 minutos cada. Os 3 primeiros capítulos já estão liberados na plataforma de streaming, e o restante da história será lançado semanalmente, sempre às quintas-feiras.

“O Sorveteiro” tinha tudo para ser aquele trash moderno que a gente abraça sem culpa: crianças assassinas, muito sangue,...
25/09/2026

“O Sorveteiro” tinha tudo para ser aquele trash moderno que a gente abraça sem culpa: crianças assassinas, muito sangue, mortes grotescas e nenhuma preocupação em aliviar a mão. Mas alguém resolveu complicar o sorvete.

Dirigido por Eli Roth (O Albergue), o filme parte de uma ideia deliciosa de tão absurda: um misterioso sorvete transforma crianças de uma pequena cidade em assassinas de adultos. A premissa poderia render uma bela mistura de gore, humor negro e maluquice.

Só que Roth escolhe um caminho pobre e pouco criativo, abusando de IA e de cenas grotescas que muitas vezes chegam à beira da vergonha alheia. O visual tenta chocar, mas algumas sequências passam a impressão de terem sido feitas mais para provocar do que para realmente divertir.

E olha que nem dá para comparar com aqueles filmes trash ruins dos anos 80 e 90. Porque esses, mesmo quando eram uma porcaria, ainda tinham aquele charme que fazia a gente rir, se divertir e conversar sobre o filme depois. Muitos, até hoje são citados...

“O Sorveteiro” não. Ele simplesmente congela.

No fim, sobra uma ideia ótima desperdiçada, mortes exageradas e a sensação de que o filme queria ser insano, mas esqueceu de ser divertido.

Pode colocar na casquinha, porque fã de “O Sorveteiro” vai ser difícil encontrar por aí.

A   acabou de mostrar o primeiro poster de "Quasimodo: A Alma de Paris", com Vincent Cassel no papel do protagonista Qua...
24/09/2026

A acabou de mostrar o primeiro poster de "Quasimodo: A Alma de Paris", com Vincent Cassel no papel do protagonista Quasimodo.

O longa-metragem francês reimagina a clássica obra O Corcunda de Notre-Dame de Victor Hugo, focando na história do homem real que teria servido de inspiração para a criação do icônico personagem literário.

Estreia prevista para 27 de novembro.

Hotéis já foram protagonistas de filmes dos mais variados gêneros, do suspense ao terror, passando pelo drama, romance e...
24/09/2026

Hotéis já foram protagonistas de filmes dos mais variados gêneros, do suspense ao terror, passando pelo drama, romance e comédia. "Hotel Amor", produção portuguesa, aposta justamente nesse espaço para construir sua história.

A trama acompanha Catarina (Jessica Athayde), gerente de um hotel em Lisboa que precisa lidar com hóspedes excêntricos e situações cada vez mais caóticas enquanto o estabelecimento passa por uma avaliação.

Entre os personagens está um famoso comediante brasileiro interpretado por Marcelo Adnet, que traz seu conhecido talento para o humor e certamente chama a atenção do público nacional.

Um dos destaques é a realização em longos planos-sequência, acompanhando os personagens pelos diferentes ambientes do hotel. A proposta é interessante e valoriza o trabalho do elenco, mas nem sempre funciona a favor da narrativa.

O maior problema está no ritmo, bastante irregular ao longo da projeção. Apesar de personagens carismáticos e momentos divertidos, a história alterna passagens envolventes com outras que acabam perdendo força.

"Hotel Amor" tem personalidade e uma proposta interessante, mas poderia encontrar um equilíbrio melhor entre sua experimentação visual, o humor e o desenvolvimento da história.

A nova temporada da antologia "Monstro", de Ryan Murphy e Ian Brennan, revisita um dos crimes mais famosos dos Estados U...
24/09/2026

A nova temporada da antologia "Monstro", de Ryan Murphy e Ian Brennan, revisita um dos crimes mais famosos dos Estados Unidos.

A série acompanha Lizzie Borden (Ella Beatty), acusada de assassinar o pai e a madrasta a golpes de machado em 1892, em um caso que até hoje desperta dúvidas e teorias.

A história naturalmente prende a atenção, principalmente pelo mistério envolvendo Lizzie. O problema é que, quando conhecemos um pouco mais sobre a verdadeira personagem, f**a evidente o quanto a série inventa e modif**a acontecimentos.

Assim como em outras temporadas de Monstro, Ryan Murphy parte de um caso real, mas cria sua própria versão, e isso acaba tirando um pouco do peso da história original.

Outro ponto que atrapalha é a participação de Sarah Paulson como Aileen Wuornos. Sua atuação é ótima, mas os cortes entre as duas histórias e as conexões criadas entre elas acabam quebrando o ritmo da narrativa de Lizzie. E, curiosamente, a história de Aileen renderia facilmente uma temporada inteira de Monstro.

No fim, "Monstro: A História de Lizzie Borden" consegue envolver, tem boas atuações e um caso real fascinante, mas acaba sendo mais interessante quando nos faz querer descobrir quem foi a verdadeira Lizzie do que pela versão criada pela série.

*Todos os episódios já disponíveis na Netflix.

“Precisamos Falar” chega aos cinemas em um momento especialmente interessante, às vésperas de mais uma eleição nacional,...
24/09/2026

“Precisamos Falar” chega aos cinemas em um momento especialmente interessante, às vésperas de mais uma eleição nacional, porque coloca na tela discussões sobre privilégios, responsabilidade e até onde uma família é capaz de ir para proteger os seus.

Dirigido por Pedro Waddington e Rebeca Diniz, o filme é baseado no livro "O Jantar", de Herman Koch, e acompanha dois casais que descobrem que seus filhos adolescentes cometeram um crime brutal contra uma pessoa em situação de rua. A partir daí, precisam decidir entre proteger os filhos ou deixá-los responder pelo que fizeram.

O grande mérito está em transformar esse acontecimento em um retrato incômodo das crises familiares, dos conflitos entre pais e filhos e das diferentes formas de enxergar justiça e responsabilidade.

O elenco é muito forte, com Marjorie Estiano, Alexandre Nero, Emílio de Mello e Hermila Guedes. Nero, especialmente, entrega uma atuação intensa, ajudando a construir um personagem cheio de contradições.

“Precisamos Falar” não é um filme confortável, e justamente por isso funciona. Coloca privilégios e escolhas familiares diante do espectador e deixa uma pergunta difícil no ar: até onde vai o amor pelos nossos filhos quando proteger signif**a compactuar com o erro?

Um filme que chega em boa hora e pode render muita conversa depois da sessão.

Uma nova adaptação! Um novo filme! Breve, nos cinemas! "Nosso Lar 3: Vida Eterna".
22/09/2026

Uma nova adaptação! Um novo filme! Breve, nos cinemas!
"Nosso Lar 3: Vida Eterna".

Uma nova visão de um clássico do grande Stephen King, em outubro na
22/09/2026

Uma nova visão de um clássico do grande Stephen King, em outubro na

“Vamos, Time!” é aquele tipo de comédia de escritório que transforma uma situação aparentemente comum em um completo cao...
20/09/2026

“Vamos, Time!” é aquele tipo de comédia de escritório que transforma uma situação aparentemente comum em um completo caos.

Disponível na Netflix, o filme espanhol acompanha Olga (Alexandra Jiménez), chefe do setor comercial de uma empresa de queijos que, após uma fusão, vê os funcionários serem colocados uns contra os outros durante um retiro corporativo.

O elenco funciona muito bem, principalmente porque cada personagem tem seus próprios problemas, interesses e pequenas loucuras. O roteiro de Cristóbal Garrido e Adolfo Valor aproveita esse conjunto para criar situações cada vez mais absurdas, enquanto a direção de Diego Nuñez Irigoyen mantém o ritmo acelerado.

É impossível não lembrar de “The Office” em vários momentos, justamente pelas situações absurdas dentro do ambiente de trabalho e pelo jeito como conflitos pessoais acabam tomando proporções completamente desnecessárias. Até o retiro fora da empresa lembra aquele episódio em que Michael Scott leva os funcionários para o campo, acreditando que vai promover uma grande integração.

“Vamos, Time!” não tenta reinventar a comédia de escritório, mas funciona muito bem como passatempo. É rápido, caótico, divertido e, por trás das piadas, ainda encontra espaço para falar sobre insegurança profissional, relações entre funcionários e a disputa por espaço dentro de uma empresa.

Eu quase nunca joguei "Resident Evil", então fui para o cinema sem aquela relação de fã com os games. E talvez por isso ...
18/09/2026

Eu quase nunca joguei "Resident Evil", então fui para o cinema sem aquela relação de fã com os games. E talvez por isso tenha conseguido aproveitar o filme de outra maneira: como um terror divertido, tenso e assustador.

Dirigido por Zach Cregger (A Hora do Mal) o longa acompanha Bryan (Austin Abrams), um entregador de órgãos que vai parar em Raccoon City justamente quando um surto transforma a cidade em um verdadeiro pesadelo. A partir daí, ele precisa aprender a sobreviver enquanto encontra criaturas cada vez mais grotescas.

O grande acerto está na forma como Cregger transforma o filme em uma experiência de videogame. Cada sequência em primeira pessoa remete diretamente ao jogo, colocando a gente dentro da ação e criando uma tensão constante sobre o que pode aparecer na próxima curva ou atrás de uma porta.

E o filme ainda sabe quebrar essa tensão com momentos de humor, que são bem colocados e não atrapalham o andamento da história. Pelo contrário: algumas piadas aliviam o nervosismo antes de novos sustos e cenas mais violentas.

Austin Abrams segura o filme muito bem, principalmente porque acompanhamos Bryan praticamente aprendendo a sobreviver junto com o público.

Para quem é fã dos games, provavelmente existem ainda mais referências para aproveitar, ou não.... Mas, falando como alguém que quase nunca jogou, e a relação são com os filmes da Milla Jovovich, encontrei aqui um filme de terror divertido, estranho, cheio de tensão e que realmente consegue assustar.

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Rio De Janeiro, RJ

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