Supremo Grande Capítulo dos Maçons do Sagrado Arco Real do Brasil - GOB

Supremo Grande Capítulo dos Maçons do Sagrado Arco Real do Brasil - GOB Página oficial do Supremo Grande Capítulo dos Maçons do Sagrado Arco Real do Brasil, ligado ao Grande Oriente do Brasil

*Sistema Federativo do Grande Oriente do Brasil é modelo único na Maçonaria Mundial*O Grande Oriente do Brasil possui um...
18/05/2026

*Sistema Federativo do Grande Oriente do Brasil é modelo único na Maçonaria Mundial*

O Grande Oriente do Brasil possui uma das mais sólidas e organizadas estruturas institucionais da Maçonaria contemporânea. Seu sistema federativo, construído ao longo de décadas, é considerado único no Brasil e no mundo pela sua amplitude territorial, capacidade de integração administrativa e unidade institucional.

Atualmente, o GOB é composto por 27 unidades federativas, sendo 26 Grandes Orientes Estaduais e um Grande Oriente Distrital no Distrito Federal, formando uma estrutura nacional integrada que garante presença em todo o território brasileiro.

Esse modelo federativo representa uma das maiores forças do Grande Oriente do Brasil, permitindo que cada Estado possua sua administração própria, respeitando suas particularidades regionais, mas mantendo plena harmonia com os princípios, normas e diretrizes da Potência nacional.

A estrutura federativa do GOB consolidou um modelo de união institucional que alia autonomia administrativa estadual à unidade nacional, preservando a identidade histórica da instituição e fortalecendo sua capacidade de atuação em todo o país.

Não existe atualmente na Maçonaria brasileira ou mundial uma organização com características equivalentes ao sistema federativo do Grande Oriente do Brasil. A dimensão territorial, a integração entre os entes federados e a organização administrativa nacional tornam o modelo gobiano singular dentro da Maçonaria universal.

Outro ponto fundamental deste sistema é que existe apenas uma unidade federativa vinculada ao Grande Oriente do Brasil em cada Estado da Federação e uma no Distrito Federal. Esse princípio preserva a estabilidade institucional, evita conflitos de representação e mantém a harmonia administrativa e maçônica dentro da estrutura federativa do GOB. Como defensores da tradição, das leis e da fraternidade entre os irmãos, permaneceremos sempre vigilantes na preservação dessa premissa, mantendo firme o compromisso histórico e institucional de um só GOB, unido e integrado com todos os irmãos pertencentes ao Grande Oriente do Brasil em cada unidade da Federação.

Ao longo de sua história, o Grande Oriente do Brasil construiu uma estrutura baseada na união, no respeito federativo e na preservação de sua identidade nacional, consolidando-se como a maior e mais tradicional Potência Maçônica da América Latina e uma das maiores organizações maçônicas do mundo.

Arlindo B Chapeta
Secretário Geral de Comunicação do GOB
Grande Oriente do Brasil
Sempre à frente, o GOB e você !

*Jerusalém Interior: A Construção da Paz e o Retorno à Luz*“Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor.”Esse ...
17/05/2026

*Jerusalém Interior: A Construção da Paz e o Retorno à Luz*

“Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor.”

Esse chamado, simples em sua forma, carrega uma das mais profundas verdades da jornada espiritual: o convite ao retorno. Não se trata apenas de um deslocamento físico, mas de um movimento interior — um despertar da consciência que reconhece a necessidade de voltar à origem, ao centro, à essência.

A “casa do Senhor” não é apenas um templo edificado por mãos humanas. É o próprio estado de consciência elevado, onde o homem encontra equilíbrio, propósito e paz. É o reencontro com aquilo que foi perdido ao longo da caminhada: a unidade interior.

Quando o salmista declara que seus pés estão firmes “dentro das portas de Jerusalém”, ele revela o momento em que o homem deixa de apenas buscar e passa a encontrar. Não é mais um caminhar incerto — é uma chegada consciente.

Jerusalém, nesse contexto, não é geografia — é condição.

“Jerusalém, que és edificada como uma cidade compacta…”

Essa cidade “compacta” simboliza a integração do ser. Um homem dividido não constrói Jerusalém dentro de si. Um homem fragmentado entre desejos, dúvidas e contradições não encontra paz. A verdadeira construção espiritual exige unidade: pensamento, palavra e ação alinhados.

No mundo contemporâneo, essa é uma das maiores dificuldades.

Vivemos em constante fragmentação. Somos pressionados a ser múltiplos, rápidos, adaptáveis, mas raramente somos ensinados a ser inteiros. A consequência é um estado de inquietação permanente, onde o homem conquista o mundo exterior, mas perde o domínio do seu próprio interior.

A Jerusalém do Arco Real exige o contrário:
coerência, alinhamento e presença.

“Aonde sobem as tribos, as tribos do Senhor…”

As tribos representam as diversas forças que habitam o homem, suas virtudes, suas fraquezas, seus talentos, suas limitações. Subir até Jerusalém significa ordenar essas forças, colocá-las sob um propósito maior, direcioná-las à construção do sagrado.

Não há exclusão nesse processo. Tudo aquilo que o homem é deve ser integrado. A verdadeira evolução não está em negar partes de si, mas em organizá-las sob a luz da consciência.

“Pois ali estão postos os tronos de julgamento…”

Aqui encontramos um dos pontos mais profundos do simbolismo: o julgamento.

Não o julgamento externo, mas o julgamento interno.

É em Jerusalém, ou seja, no estado de consciência elevada, que o homem passa a se avaliar com verdade. Sem máscaras, sem justificativas, sem ilusões. É o momento em que ele assume responsabilidade por sua própria construção.

Na realidade atual, onde a transferência de culpa se tornou comum e a responsabilidade muitas vezes é evitada, esse ensinamento se torna ainda mais necessário.

O verdadeiro crescimento começa quando o homem deixa de justificar e passa a corrigir.

“Orai pela paz de Jerusalém… haja paz dentro de teus muros.”

A paz mencionada aqui não é ausência de conflito externo, mas equilíbrio interno.

É possível estar em meio ao caos e ainda assim manter a paz.
E é possível estar em aparente tranquilidade e viver em completa desordem interior.

A Jerusalém do Arco Real é o símbolo dessa paz construída, conquistada e sustentada. Uma paz que não depende das circunstâncias, mas da consciência.

No contexto contemporâneo, onde a ansiedade, a pressão e a instabilidade fazem parte do cotidiano, o maçom é chamado a ser um construtor dessa paz, primeiro em si, depois ao seu redor.

“Por causa dos meus irmãos e amigos, direi: haja paz dentro de ti.”

Aqui se revela o caráter coletivo da jornada.

A evolução não é solitária. O homem que encontra a paz dentro de si naturalmente se torna instrumento de paz para os outros. Sua presença acalma, sua palavra orienta, sua postura inspira.

Esse é o verdadeiro papel do maçom na sociedade.

Não apenas conhecer símbolos, mas viver seus significados.

No ápice dessa reflexão, o texto nos conduz ao momento supremo do Arco Real: a restauração à Luz.

Esse momento não é apenas ritualístico, é existencial.

É quando o homem compreende que saiu de sua própria “Babilônia” símbolo da confusão, da dispersão, da multiplicidade desordenada, e ascendeu a um estado de clareza, unidade e consciência.

Babilônia representa aquilo que nos divide.
Jerusalém representa aquilo que nos integra.

A jornada do Arco Real é, portanto, a travessia entre esses dois estados.

E essa travessia continua atual.

Hoje, Babilônia se manifesta nas distrações constantes, nas superficialidades, na perda de sentido, na fragmentação da identidade. E Jerusalém continua sendo o destino daqueles que decidem viver com propósito, disciplina e consciência.

O verdadeiro êxtase não está no espetáculo externo, mas na paz interior conquistada.

Não está no reconhecimento, mas na autoconsciência.
Não está no poder, mas no equilíbrio.

E, ao final, resta ao homem uma pergunta silenciosa, porém decisiva:

Em qual cidade estou vivendo?

Na confusão de Babilônia
ou na paz construída de Jerusalém?

A resposta não está fora.
Ela se constrói, dia após dia, dentro de cada um.

Pois Jerusalém não se encontra.
Jerusalém se edifica.

Fraternalmente,
Arlindo Batista Chapeta
Pró-Primeiro Grande Principal do Supremo Grande Capítulo dos Maçons do Sagrado Arco Real do Brasil

17/05/2026
*A Maçonaria e o Desafio de Voltar a Compreender a Sociedade. Seu Futuro Depende da Capacidade de Evoluir*A maçonaria se...
09/05/2026

*A Maçonaria e o Desafio de Voltar a Compreender a Sociedade. Seu Futuro Depende da Capacidade de Evoluir*

A maçonaria sempre foi uma instituição de vanguarda. Em diferentes momentos da história, esteve presente nos grandes debates da humanidade, ajudando a construir conceitos de liberdade, justiça, igualdade, educação e desenvolvimento social. Porém, com o passar do tempo, parte da maçonaria acabou se afastando da sociedade e se fechando dentro de seus próprios templos.

Enquanto o mundo mudou, muitas lojas permaneceram discutindo apenas entre si, utilizando métodos, linguagens e até interpretações que já não alcançam as novas gerações. O resultado disso é visível: envelhecimento das lojas, dificuldade de atrair jovens, perda de protagonismo social e uma crescente desconexão com a realidade da sociedade moderna.

Precisamos reconhecer isso sem medo. Não se trata de abandonar princípios, mas de entender que a forma de aplicá-los e transmiti-los precisa evoluir. Nossos valores continuam atuais e necessários, porém a maneira de dialogar com o mundo já não pode ser a mesma de um ou dois séculos atrás.

A maçonaria não pode continuar tratando toda mudança social como ameaça e nem acreditar que preservar tradição significa permanecer imóvel. Também não deve caminhar para extremos ou transformar-se em uma instituição ideológica. O equilíbrio sempre foi uma das maiores virtudes maçônicas.

O jovem de hoje pensa diferente, vive uma realidade diferente e enfrenta conflitos diferentes. Se não formos capazes de compreender essa nova sociedade, jamais conseguiremos apresentar nossos princípios de maneira útil e aplicável ao tempo atual. Antes de querer ensinar, precisamos voltar a ouvir, entender e participar da sociedade da qual fazemos parte.

Talvez um dos maiores erros das últimas décadas tenha sido acreditar que bastava preservar rituais e tradições para garantir a sobrevivência da Ordem. A maçonaria nasceu progressista, participativa e inserida na sociedade. Nunca foi uma instituição criada para viver isolada do mundo.

Precisamos voltar a liderar debates importantes, ampliar ações sociais, incentivar formação intelectual moderna, preparar lideranças mais conectadas com a realidade e transformar nossas lojas em ambientes vivos de construção de soluções e não apenas espaços de repetição de discursos antigos.

Também é necessário reconhecer que muitos materiais utilizados atualmente foram escritos para sociedades completamente diferentes da nossa. Continuam sendo valiosos como base filosófica e moral, mas precisam ser reinterpretados à luz dos desafios modernos para que continuem produzindo transformação verdadeira. Em muitos casos, será necessário reescrever parte dos nossos materiais de consulta, trazendo novos conhecimentos, novas abordagens e reflexões mais conectadas com a realidade atual, sem perder a essência dos nossos princípios.

Isso somente será possível quando a maçonaria voltar a ouvir mais a sociedade como um todo, compreendendo melhor os jovens, as mulheres, as minorias e as diferentes formas de pensamento presentes no mundo moderno. Não para abandonar sua identidade, mas para compreender melhor a realidade humana e exercer com mais equilíbrio, inteligência e responsabilidade seu papel de liderança moral e social.

Se quisermos continuar sendo uma instituição relevante para a humanidade, precisaremos sair da zona de conforto e também dos templos, voltar a interagir verdadeiramente com a sociedade, ouvir, debater e compreender os desafios do nosso tempo com a sincera intenção de ajudar na construção de um mundo melhor. Precisaremos estar preparados para evoluir e até mudar quando necessário, sem perder nossa essência, transformando nossos ensinamentos em ações concretas capazes de produzir impacto real na vida das pessoas e na sociedade moderna. Essa tem sido uma busca permanente dentro da atual gestão dos irmãos Ademir Cândido da Silva e Adalberto Aluízio Eyng no Grande Oriente do Brasil.

“A maçonaria não perderá sua essência ao compreender o mundo moderno; perderá sua relevância se deixar de compreendê-lo.”

Fraternalmente,

Arlindo Batista Chapeta
Secretário Geral de Comunicação do Grande Oriente do Brasil
Pró-Primeiro Grande Principal do SGCMSARB-GOB

*O Posicionamento do Maçom diante de Questionamentos Religiosos e Sociais: Diálogo sem Conflito e Conduta diante de Opin...
05/05/2026

*O Posicionamento do Maçom diante de Questionamentos Religiosos e Sociais: Diálogo sem Conflito e Conduta diante de Opiniões Divergentes*

Tem sido frequente, nas redes e mídias sociais, questionamentos de religiosos e leigos sobre a verdadeira face da Maçonaria. E muitos irmãos não sabem como enfrentar essa questão que, por vezes, não está apenas no ambiente digital, mas também dentro da própria família, no trabalho e em diversos momentos da vida cotidiana.

Muitos irmãos, em algum momento, já se viram diante de questionamentos mais rigorosos ou pouco fundamentados, e nem sempre é simples saber como se portar nessas situações. Este texto não pretende ser uma cartilha perfeita, mas sim uma reflexão fraterna, construída a partir da convivência com diferentes doutrinas, católicas, protestantes e de outras matrizes, buscando apontar um caminho mais sereno e equilibrado.

O primeiro ponto é compreender que, na maioria das vezes, o desconforto não nasce daquilo que somos, mas daquilo que se imagina sobre nós. Por isso, entrar em debates ou tentar convencer pela argumentação raramente produz bons resultados. O melhor caminho costuma ser o da aproximação pelos valores que nos são comuns: a fé em Deus, o respeito à família, a ética e o desejo sincero de evolução como seres humanos.

É importante também deixar claro, de forma simples e tranquila, que a Maçonaria não é religião, não substitui a fé de ninguém e não interfere na crença individual. Quando falamos com naturalidade, sem termos complexos, transmitimos segurança e serenidade.

Outro aspecto fundamental é evitar o confronto. Diante de opiniões mais firmes, a postura respeitosa sempre se mostra mais eficaz. Reconhecer o direito do outro de pensar diferente, sem necessidade de embate, revela equilíbrio e maturidade.

Ainda assim, nada é mais convincente do que o exemplo. Um maçom que vive com retidão, que honra sua família, que pratica o bem e se conduz com coerência, naturalmente transforma a percepção daqueles que o observam.

Na convivência com opiniões mais extremas, é importante compreender que muitas vezes o outro fala a partir de convicções profundas, construídas ao longo de anos. Tentar desconstruí-las em uma conversa pontual tende a gerar resistência e afastamento. Nesses casos, o mais sábio é manter uma postura firme, porém serena: ouvir sem absorver o confronto, responder com respeito e, quando necessário, saber encerrar o diálogo sem desgaste.

Não é preciso concordar, mas é essencial não reagir com a mesma intensidade. A tranquilidade diante da crítica demonstra segurança de propósito. E, muitas vezes, o silêncio respeitoso, aliado a uma vida coerente, produz mais efeito do que qualquer explicação.

A boa convivência se constrói na constância: no trato respeitoso, na ausência de provocação, na clareza sem imposição. Com o tempo, mesmo aqueles que mantêm suas posições mais rígidas passam a reconhecer a postura e a conduta, ainda que não mudem suas crenças.

No fim, não se trata de convencer ou vencer um argumento, mas de saber conviver com as diferenças, mantendo a dignidade, a serenidade e o respeito, valores que, por si só, já dizem muito sobre quem somos.

Fraternalmente,

Arlindo Batista Chapeta
Secretário Geral de Comunicação do Grande Oriente do Brasil
Pró-Primeiro Grande Principal do SGCMSARB-GOB

*📜 CONVITE – CONSAGRAÇÃO DO GORGS | 23/05*Bom dia, meus queridos irmãos companheiros, nós e o PGP MEC Ademir Cândido da ...
03/05/2026

*📜 CONVITE – CONSAGRAÇÃO DO GORGS | 23/05*

Bom dia, meus queridos irmãos companheiros, nós e o PGP MEC Ademir Cândido da Silva, convidam:

No próximo dia 23 de maio de 2026, o Supremo Grande Capítulo dos Maçons do Sagrado Arco Real do Brasil – GOB realizará a Consagração do Supremo Grande Capítulo do Estado do Rio Grande do Sul – GORGS.

Será um momento histórico e de grande significado para o fortalecimento do Sagrado Arco Real no Brasil, e contamos com a presença fraterna dos irmãos que puderem estar conosco.

A convocação oficial será publicada ao longo desta semana.

*Solicito, por gentileza, que aqueles que desejarem participar me informem no privado para formarem a comitiva.*

🏛 Supremo Grande Capítulo do Sagrado Arco Real do Estado do Rio Grande do Sul – GORGS

1º Grande Principal – Marcus Vinícius Bortolotto
2º Grande Principal – Cássio Fernando Willrich
3º Grande Principal – Vitor Luiz Fetter

📅 Data: 23/05/2026
⏰ Horário: 9h
📍 Local: Palácio Maçônico do GORGS
Templo Nobre “Caldas Júnior”
Rua Jerônimo Coelho, 116 – Centro Histórico
Porto Alegre/RS

👥 Comissão de Consagração (até o momento):

PPGP MEC Arlindo Batista Chapeta
SGP MEC Adalberto Aluízio Eyng
TGP MEC Mário Sérgio Nunes da Costa
Sup MEC Marco Antônio Aronne
GDC EC Edson Costiuc
GIE EC Márcio Barcellos

Fraternalmente,
Arlindo Batista Chapeta
Pró-Primeiro Grande Principal
Supremo Grande Capítulo dos Maçons do Sagrado Arco Real do Brasil – GOB

Falar para o público é um momento de grande tensão que exige foco e preparo, mas também é uma oportunidade valiosa de tr...
02/05/2026

Falar para o público é um momento de grande tensão que exige foco e preparo, mas também é uma oportunidade valiosa de transmitir ideias, inspirar pessoas e fortalecer conexões.

Quando dominado, esse momento deixa de ser um desafio e se transforma em uma ferramenta poderosa de liderança e comunicação. O controle da respiração, a clareza na mensagem e a confiança naquilo que se fala são elementos essenciais para transformar a tensão em presença.

No fundo, não se trata apenas de falar bem, trata-se de ser verdadeiro no que se comunica.

Arlindo B. Chapeta
Secretário Geral de Comunicação do Grande Oriente do Brasil

Endereço

SGAS 913 W5 Sul Conjunto H
Brasilia

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