Júlio house

Júlio house Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Júlio house, Sala de cinema, Rua Martinho Luter King, Maianga.

09/04/2019

1 de Agosto 🆚 Saurimo Fc
.
Sporting de Cabinda 🆚 1 de Agosto
.
1 de Agosto 🆚 Recreativo da Caàla
.
Sagrada Esperança 🆚 1 de Agosto
.
1 de Agosto 🆚 Bravos Maquis
.
Cuando Cubango Fc 🆚 1 de Agosto
.
1°D'Agosto vs Kabuscorp

09/01/2018

Ela viu namorado no
multicaixa a tirar
dinheiro ,
Corre num beco
e envia uma Mensagem ao
namorado : Mor se
Estas a chorar me envia
as tuas lagrimas pra eu
chorar contigo.!
Estas feliz
me envia a tua
felicidade para festejar
contigo.... Se Estas no Banco me envia só
10 mil kz ,
Ele responde : Mor Estou a c***r, assim te envio
o que?
Me fala ainda.!

15/10/2017

Esto bem e vocês como têm passado.

13/03/2017

PARMÉNIDES
Parménides é o fundador da
filosofia eleática que teve
grande impacto na filosofia de
Platão e, através deste, na
filosofia ocidental. Nasceu em
Eleia em 540-39.
Sabe-se que escreveu várias
obras mas até nós apenas
nos chegou boa parte do
conhecido “Poema de
Parménides”. O “poema”
contém o essencial da
filosofia parmenidiana: a
valorização da verdade
(alhqeia) e a desvalorização
da opinião (doxa).
A doutrina da verdade
defende a existência de dois
caminhos possíveis para a
verdade: a do ser e a do não
ser. No entanto o caminho do
não ser é impossível pois o
não ser é o que não é e o que
não é não pode ser pensado.
O que é, é o que pode ser
pensado. Esta identificação
do ser com a existência leva-
o a conclusões audaciosas
como a recusa da mudança,
do tempo e do movimento,
transformando-se o que
existe num eterno agora.
«O que se pode dizer e
pensar é forçoso que seja;
pois lhe é possível ser, e não
ao que nada é »
A doutrina da opinião é a
daqueles que para manterem
o tempo e a mudança
acreditam que o que é, é e
não é, o que é absurdo e
indigno de confiança.
«(…) Bicéfalos; pois a
incapacidade lhes guia no
peito a mente errante; eles
são levados, surdos e cegos
a um tempo, totalmente
confundidos – multidões sem
discernimento, persuadidas
de que ser e não ser são a
mesma coisa…»

06/12/2016
27/10/2016

A engenharia genética fornece as
ferramentas necessárias ao estudo do
comportamento associado à psicologia.
Isto permite que,progressivamente,
possamos avançar na identificação de
genes capazes de modular certos
comportamentos e de entender como estes
genes interagem com o ambiente na
formação de traços normais e patológicos
da personalidade humana, por isso a
genética transmite as características de um
individuo pra o outro. Então,
comportamentos também podem ser
passados pela genética.
Sendo assim hoje em dia já se sabe
queexistem muitos caracteres
comportamentais de origem genética, como
transtorno bipolar, em que a pessoa
apresenta oscilações de melancolia e
euforia ao longo do dia, e a própria
depressão.
Isso tem auxiliado os psicólogos por meio
de subsídios psicológicos para colaborar
com os seus pacientes a terem uma melhor
qualidade de vida através do uso de
medicamentos, pois em alguns casos, não
tem comoevitar o seu uso, por isso a
genética concede ferramentas para a
psicologia entender alguns
comportamentos que são provenientes dos
genes facilitando assim os estudos feitos.
Também se sabe de várias doenças
genéticas sendo necessária a prevenção
(aconselhamento genético) e tratamento de
doenças.
A terapia genética permite substituir genes
doentes por genes sãos, ou mesmo eliminar
os genesdoentes, optimização do bem-
estar e sobrevivência do indivíduo,
intervenções terapêuticas definidas de
acordo com o perfil genético do doente, o
que faz com que a probabilidade de
sucesso de tratamento seja maior.
As aplicações acima descritas fazem parte
da genética médica outras utilizações da
genética humana estão relacionadas à
medicina legal e criminologia, a saber:
reconhecimento detecidos, reconhecimento
de identidade através de características
genéticas em especial as impressões
digitais e o exame de DNA seja para
identificação de paternidade, de vítimas de
sinistros ou de potenciais homicidas.
Tão importantes para humanidade quanto a
genética médica são as aplicações dessa
ciência ao melhoramento animal e vegetal.
Sabemos que a genética praticamente se
iniciou com adomesticação de animais
(fase pré-científica) e com os estudos de
genética vegetal de Mendel contudo
vivemos um impasse ainda não bem
dimensionado pela comunidade científica
que é a produção de organismos
genéticamente modificados ou
transgênicos, cujo impacto sobre o meio
ambiente e mesmo sobre as estabilidade do
DNA ainda não é de todo conhecida.
Outra aplicação dessa ciência vem de
suaassociação à epidemiologia e
toxicologia na medida que produzem
estratégias de identificar os agentes
mutagênicos, teratogênicos ou
carcinogênicos que ameaçam a saúde das
comunidades humanas e integridade dos
ecossistemas
Comportamento e genética
O azismo tentou usar a genética para
amparar sua teoria da superioridade
ariana, considerando como seres inferiores
os negros, ciganos, eslavos,retardados e
deformados, justificando assim o seu envio
para campos de extermínio, já a psicologia
americana na época da segunda guerra
mundial era radicalmente ambientalista, e
em função da associação “nazismo-
genética” afastou-se ainda mais dessa
ciência. Admitir diferenças genéticas entre
João e Pedro em habilidades cognitivas,
por exemplo, seria aceitar os pressupostos
que justificariam ofascismo e o racismo. O
“determinismo genético” postula que certos
aspectos nossa personalidade e nosso
comportamento seriam definidos por
nossos genes, de modo inescapável. Essa
posição está completamente ultrapassada,
sabemos hoje que todo comportamento
depende, em maior ou menor grau, de
fatores genéticos e de fatores ambientais,
interagindo de maneira extremamente
complexo. Os genes definem...

27/10/2016

Introdução
A Genética é uma disciplina científica que
estuda os mecanismos genéticos e
neurobiológicos envolvidos em diversos
comportamentos animais e humanos.
Podemos caracterizá-la como uma área de
intersecção entre as ciências de
comportamento.

27/10/2016

A Importância da Genética
A Genética é muito importante no mundo
em que nós vivemos. É um estudo bem
aprofundado sobre a evolução dos seres
humanos, dos genes. Embora elaseja
complexa para os que a estudam, é uma
área bem interessante, pois conseguimos
saber mais sobre os acontecimentos que
ocorrem dentro de nosso corpo.
Cada dia que se passa,novas pesquisas são
feitas em grandes universidades em busca
de curas para doenças, de problemas
genéticos, anomalias, e também, para
poder tentar oferecer uma qualidade de
vidamelhor, um bem estar as pessoas.
É importante em várias áreas,
principalmente em uma, que nós
conhecemos e usufruímos no dia-a-dia: a
agricultura. Sempre compramos frutas,
legumes ediversos tipos de alimentos, mas
não sabemos realmente, o que houve com o
alimento antes de ir para nossas casas.
Existem diversas coisas como a criação de
alimentostransgênicos, variadas formas
criadas com o intuito de amenizar o
impacto ambiental que vêm sendo um
grave problema no mundo, e a eliminação
dos agrotóxicos, que são prejudiciais à
nossasaúde.
É de grande valia também para os policiais
e peritos que, hoje em dia, poupam
bastante trabalho devido às facilidades que
a genética proporciona como procurar
suspeitos,casos de estupros, amostras de
DNA feita para tentar acusar ou inocentar
alguém, e os rastros deixados na cena do
crime.
São tantas as áreas em que a Genética está
associada,facilitando muito o serviço e
entendimento dos estudiosos e de quem
precisa de mais clarividência para chegar a
determinadas conclusões, como os peritos,
citados acima.
A Genéticaestá relacionada diretamente ao
ser humano e a vida, devemos estudá-la
pois, um dia podemos precisar dela, e se já
não precisamos e utilizamos, ela está
conosco todos os dias.

27/10/2016

História da Genética

A história da genética começou com a
obra do frade agostiniano Gregor
Johann Mendel. Seu trabalho em
plantas de ervilha, publicado em 1866,
descreveu o que veio a ser conhecido
como Herança mendeliana. Desprezado
em sua época, seu trabalho só foi
compreendido no início do século XX e
hoje ainda é referência para todos os
geneticistas.
História da
Genética
Em 1866, Gregor Mendel estabeleceu
pela primeira vez os padrões de
hereditariedade de algumas
características existentes em
ervilheiras, mostrando que obedeciam
a regras estatísticas simples. Embora
nem todas as características mostrem
estes padrões de hereditariedade
mendeliana, o trabalho de Mendel
provou que a aplicação da estatística à
genética poderia ser de grande
utilidade.
A partir da sua análise estatística,
Mendel definiu o conceito de alelo
como sendo a unidade fundamental da
hereditariedade. O termo “alelo” tal
como Mendel o utilizou, expressa a
ideia de “gene”, enquanto que nos
nossos dias ele é utilizado para
especificar uma variante de um gene.
Só depois da morte de Mendel é que o
seu trabalho foi redescoberto,
entendido e lhe foi dado o devido valor
por cientistas que então trabalhavam
em problemas similares.
A redescoberta de Mendel
O ano de 1900 marcou a “redescoberta
de Mendel” por Hugo de Vries, Carl
Correns e Erich von Tschermak, e em
1915 os princípios básicos da genética
mendeliana foram aplicados a uma
grande variedade de organismos, mais
notavelmente a mosca da fruta
Drosophila melanogaster. Liderado por
Thomas Hunt Morgan e seus colegas,
os geneticistas desenvolveram o
modelo mendeliano, que foi
amplamente aceito. Juntamente com o
trabalho experimental, matemáticos
desenvolveram o quadro estatístico da
genética de populações, trazendo
explicações genéticas para o estudo da
evolução.
Mendel não tinha conhecimento da
natureza física dos genes. O trabalho
de Watson e Crick em 1953 mostrou
que a base física da informação
genética eram os ácidos nucleicos,
especificamente o DNA, embora alguns
vírus possuam genomas de RNA. A
descoberta da estrutura do DNA, no
entanto, não trouxe imediatamente o
conhecimento de como as milhares de
proteínas de um organismo estariam
“codificadas” nas sequências de
nucleotídeos do DNA. Esta descoberta
crítica para o surgimento da moderna
Biologia Molecular só foi alcançada no
começo da década de 1960 por
Marshall Nirenberg, que viria a
receber o Nobel em 1968, assim como
Watson e Crick cinco anos antes. A
manipulação controlada do DNA
(engenharia genética) pode alterar a
hereditariedade e as características dos
organismos.
A genialidade de Mendel – História da
Genética
Mendel teve sucesso onde vários
experimentadores, que também faziam
cruzamentos com plantas e com
animais, falharam. O fracasso desses
pesquisadores explica-se pelo seguinte:
eles tentavam entender a herança em
bloco, isto é, considerando todas as
características do indivíduo ao mesmo
tempo; não estudavam uma
característica de cada vez, como fez
Mendel. Somente quando se
compreendia o mecanismo de
transmissão de certa característica é
que Mendel se dedicava a outra,
verificando se as regras valiam
também nesse caso.
O sucesso de Mendel deveu-se também
a algumas particularidades do método
usava: a escolha do material, a
escolha de características constantes e
o tratamento dos resultados. Além de
ele ter escolhido ervilhas para efetuar
seus experimentos, espécie que possui
ciclo de vida curto, flores
hermafroditas o que permite a
autofecundação, características
variadas e o método empregado na
organização das experimentações eram
associados à aplicação da estatística,
estimando matematicamente os
resultados obtidos.
Uma série de avanços levaram
a descoberta, décadas mais tarde, do
que o material genético é composto –
ADN (ácido desoxirribonucleico).
História da Genética: Era pós Mendel
Em 1910, Thomas Hunt Morgan
mostrou que os genes residem em
cromossomos específicos. Mais
tarde, ele mostrou que os genes
ocupam locais específicos no
cromossoma. Com esse
conhecimento, Morgan e seus
alunos começaram o primeiro
mapa cromossômica da mosca da
fruta.
Em 1928, Frederick Griffith
mostrou que os genes podem ser
transferidos.
Em 1941, George Wells Beadle
e Edward Lawrie Tatum
mostraram que mutações em
genes causavam erros em etapas
específicas nas vias metabólicas.
Isto mostrou que os genes
específicos codificam para
proteínas específicas, formulando
a hipótese “um gene, uma
enzima”.
Oswald Avery, Colin Munro
MacLeod e Maclyn McCarty
mostraram em 1944 que o DNA
contém a informação do gene.
Em 1953, James D. Watson e
Francis Crick demonstraram
como era formada a estrutura
molecular do DNA. Esta
descoberta estabeleceu o dogma
central da biologia molecular, o
que indica que as proteínas são
traduzidas a partir de RNA e
transcritas a partir do DNA.
Desde então, este dogma tem sido
quebrado por exceções, como a
transcrição reversa em
retrovírus.
Em 1972, Walter Fiers e sua
equipe da Universidade de Ghent
foram os primeiros a determinar
a sequência de um gene.
Richard J. Roberts e Phillip
Sharp descobriram em 1977 que
os genes podem ser divididos em
segmentos. Isto levou à ideia de
que um gene pode
originar várias proteínas.
Em 1998 a primeira sequência do
genoma de um eucariota
multicelular, Caenorhabditis
elegans, foi codificado.

27/10/2016

História
Em 1866 , Gregor Mendel estabeleceu pela
primeira vez os padrões de hereditariedade
de algumas características existentes em
ervilheiras, mostrando que obedeciam a
regras estatísticas simples. [3] Embora nem
todas as características mostrem estes
padrões de hereditariedade mendeliana , o
trabalho de Mendel provou que a aplicação
da estatística à genética poderia ser de
grande utilidade.
A partir da sua análise estatística, Mendel
definiu o conceito de alelo como sendo a
unidade fundamental da hereditariedade. O
termo "alelo" tal como Mendel o utilizou,
expressa a ideia de "gene", enquanto que
nos nossos dias ele é utilizado para
especificar uma variante de um gene.
Só depois da morte de Mendel é que o seu
trabalho foi redescoberto, entendido (início
do século XX) e lhe foi dado o devido valor
por cientistas que então trabalhavam em
problemas similares.
Mendel não tinha conhecimento da
natureza física dos genes. O trabalho de
Watson e Crick em 1953 mostrou que a
base física da informação genética eram os
ácidos nucleicos, especificamente o DNA,[4]
embora alguns vírus possuam genomas de
RNA . A descoberta da estrutura do DNA, no
entanto, não trouxe imediatamente o
conhecimento de como as milhares de
proteínas de um organismo estariam
"codificadas" nas sequências de
nucleotídeos do DNA. Esta descoberta
crítica para o surgimento da moderna
Biologia Molecular só foi alcançada no
começo da década de 1960 por Marshall
Nirenberg , que viria a receber o Nobel em
1968, assim como Watson e Crick cinco
anos antes. A manipulação controlada do
DNA ( engenharia genética ) pode alterar a
hereditariedade e as características dos
organismos.
Mendel teve sucesso onde vários
experimentadores, que também faziam
cruzamentos com plantas e com animais,
falharam. O fracasso desses pesquisadores
explica-se pelo seguinte: eles tentavam
entender a herança em bloco, isto é,
considerando todas as características do
indivíduo ao mesmo tempo; não estudavam
uma característica de cada vez, como fez
Mendel. Somente quando se compreendia o
mecanismo de transmissão de certa
característica é que Mendel se dedicava a
outra, verificando se as regras valiam
também nesse caso.
O sucesso de Mendel deveu-se também a
algumas particularidades do método que
usava: a escolha do material, a escolha de
características constantes e o tratamento
dos resultados. Além de ele ter escolhido
ervilhas para efetuar seus experimentos,
espécie que possui ciclo de vida curto,
flores hermafroditas o que permite a
autofecundação, características variadas e
o método empregado na organização das
experimentações eram associados à
aplicação da estatística, estimando
matematicamente os resultados obtidos.
Cronologia de descobertas
importantes
Ver artigo principal: Cronologia da
genética
Áreas da genética
Genética clássica
Ver artigo principal: Genética clássica
A Genética clássica consiste nas técnicas e
métodos da genética, anteriores ao advento
da biologia molecular. [5] Depois da
descoberta do código genético e de
ferramentas de clonagem utilizando
enzimas de restrição, os temas abertos à
investigação científica em genética
sofreram um aumento considerável.
Algumas ideias da genética clássica foram
abandonadas ou modificadas devido ao
aumento do conhecimento trazido por
descobertas de índole molecular, embora
algumas ideias ainda permaneçam
intactas, como a hereditariedade
mendeliana. O estudo dos padrões de
hereditariedade continuam ainda a ser um
método muito útil no estudo de doenças
genéticas,como a Neurofibromatose.
Genética molecular
Ver artigo principal: Genética molecular
A genética molecular tem as suas
fundações na genética clássica, mas dá um
enfoque maior à estrutura e função dos
genes ao nível molecular. A genética
molecular emprega os métodos quer da
genética clássica (como por exemplo a
hibridação) quer da biologia molecular . [6]
É assim chamada para se poder distinguir
de outros ramos da genética como a
ecologia genética e a genética
populacional . Uma de suas aplicações
consiste no estudo da mutação e variação
de cepas de bactérias.[7] Uma área
importante dentro da genética molecular é
aquela que usa a informação molecular
para determinar os padrões de
descendência e daí avaliar a correta
classificação científica dos organismos:
chamada sistemática molecular .
O estudo das características herdadas e
que não estão estritamente associadas a
mudanças na sequência do DNA dá-se o
nome de epigenética.
Alguns autores defendem que a vida pode
ser definida, em termos moleculares, como
o conjunto de estratégias que os
polinucleótidos de RNA usaram e
continuam a usar para perpectuar a eles
próprios. Esta definição baseia-se em
trabalho dirigido para conhecer a origem
da vida, estando associada à hipótese do
RNA .
Genética populacional, genética
quantitativa e ecologia
genética
Ver artigo principal: Genética
Populacional , Genética quantitativa,
Ecologia Genética
A genética populacional, a genética
quantitativa e a ecologia genética são
ramos próximos da genética que também
se baseiam nas premissas da genética
clássica, suplementadas pela moderna
genética molecular. [8]
Estudam as populações de organismos
retirados da natureza mas diferem de
alguma maneira na escolha do aspecto do
organismo que irão focar. A disciplina
essencial é a genética populacional, que
estuda a distribuição e as alterações das
frequências dos alelos que estão sob
influência das forças evolutivas : selecção
natural, deriva genética , mutação e
migração .[9] É a teoria que tenta explicar
fenómenos como a adaptação e a
especiação .
O ramo da genética quantitativa,
construído a partir da genética
populacional, tenciona fazer predições das
respostas da selecção natural, tendo como
ponto de partida dados fenotípicos e dados
das relações entre indivíduos.
A ecologia genética é por sua vez baseada
nos princípios básicos da genética
populacional, mas tem o seu enfoque
principal nos processos ecológicos .
Enquanto que a genética molecular estuda
a estrutura e função dos genes ao nível
molecular, a ecologia genética estuda as
populações selvagens de organismos e
tenta deles recolher dados sobre aspectos
ecológicos e marcadores moleculares que
estes possuam.
Genómica
Ver artigo principal: Genômica
A genómica é um desenvolvimento recente
da genética. Estuda os padrões genéticos
de larga escala que possam existir no
genoma (e em todo o DNA) de uma espécie
em particular. [10] Este ramo da genética
depende da existência de genomas
completamente sequenciados e de
ferramentas computacionais desenvolvidas
pela bioinformática que permitam a análise
de grandes quantidades de dados.
Disciplinas relacionadas
O termo "genética" é vulgarmente utilizado
para denominar o processo de engenharia
genética , em que o DNA de um organismo
é modificado para se obter uma utilidade
prática. [11] No entanto, a maior parte da
investigação em genética é direccionada
para a explicação do efeito dos genes no
fenótipo e para o papel dos genes nas
populações.
Aplicações da genética
Dentre as aplicações da genética, podem
ser citadas:
a prevenção (aconselhamento genético)
e tratamento de doenças como asma,[12] e
câncer .[13][14]
a terapia genética permite substituir
genes doentes por genes sãos, ou mesmo
eliminar os genes doentes.
a optimização do bem-estar e
sobrevivência do indivíduo.
intervenções terapêuticas definidas de
acordo com o perfil genético do doente, o
que faz com que a probabilidade de
sucesso de tratamento seja maior.
As aplicações acima descritas fazem parte
da genética médica outras utilizações da
genética humana estão relacionadas à
medicina legal e criminologia, a saber:
reconhecimento de tecidos, reconhecimento
de identidade através de características
genéticas em especial as impressões
digitais (dactiloscopia) e o exame de DNA
seja para identificação de paternidade, de
vítimas de sinistros ou de potenciais
homicidas.
Tão importantes para humanidade quanto
a genética médica são as aplicações dessa
ciência ao melhoramento animal e vegetal.
Sabemos que a genética praticamente se
iniciou com a domesticação de animais
(fase pré-científica) e com os estudos de
genética vegetal de Mendel contudo
vivemos um impasse ainda não bem
dimensionado pela comunidade científica
que é a produção de Organismos
Geneticamente Modificados ou
Transgênicos , cujo impacto sobre o meio
ambiente e mesmo sobre as estabilidade do
DNA ainda não é de todo conhecida.
Outra aplicação dessa ciência vem de sua
associação à epidemiologia (epidemiologia
genética ) e toxicologia ( toxicogenética e
radiogenética) na medida em que
produzem estratégias de identificar os
agentes mutagênicos, teratogênicos ou
carcinogênicos que ameaçam a saúde das
comunidades humanas e integridade dos
ecossistemas.
Genética Médica
Exemplo de diagrama de pedigree
genético usando a numeração de
Ahnentafel
A Genética Médica, embora utilize os
conhecimentos das demais áreas, lida
especificamente com as doenças genéticas,
incluindo a Genética Clínica, que é o
atendimento ao paciente com doenças
genéticas, sua família, e a realização do
aconselhamento genético. [15] A Genética
Médica procura entender como a variação
genética é relacionada com a saúde
humana e suas doenças. [16] Ao procurar
um gene desconhecido que pode estar
envolvido numa doença, os investigadores
usam geralmente a genética de ligação e
diagramas de pedigrees genéticos para
encontrar a localização no genoma
associada com a doença.[17] Ao nível da
população, os pesquisadores tomam
vantagem da randomização mendeliana
para procurar locais no genoma que estão
associados a doenças, um método
especialmente útil para traços multigênicos
não definidos claramente por um único
gene. [18]
Os distúrbios genéticos podem ser
inicialmente classificados em 4 grandes
grupos: monogênicos, multifatoriais,
cromossômicos e mutações somáticas.[15]
A Herança multifatorial é aquela em que o
fenótipo ocorre pela determinação genética
e de fatores do meio ambiente. A
susceptibilidade genética ocorre quando
genes propiciam a aquisição ou
desenvolvimento de caracteres (ou
doenças) determinadas por fatores do meio
ambiente. A determinação da
susceptibilidade pode ser monogênica ou
poligênica, nesta última havendo limiares
para determinação fenotípica. A maioria
das doenças genéticas são doenças
gênicas, isto é, determinadas por mutações
em um gene, cujo efeito primário é a
formação de uma proteína modificada ou
supressão da síntese de determinada
proteína, entretanto, na maior parte dessas
doenças o efeito primário não é conhecido
e a etiologia genética é reconhecida pelo
fato de a doença ser hereditária
(transmitida de geração a geração) ou de
ser mais frequente em determinados grupos
populacionais.
A distribuição dos genes nas famílias e
populações é objeto de estudo da genética
de populações. [8] As doenças
geneticamente determinadas nas quais
conhecemos a alteração bioquímica, são
conhecidas como erros inatos do
metabolismo e estudadas pela genética
bioquímica. As cerca de 3000 doenças que
apresentam herança monogênica, podem
em alguns casos ser tratadas pela correção
dos distúrbios metabólicos, mas a sua
maioria não tem tratamento no momento.
Contudo, o estudo e identificação dos
genes responsáveis por essas doenças e a
busca de metodologia para modificar o
DNA (terapia gênica) de grande interesse
da genética molecular, incluindo-se aí o
Projeto Mundial "Genoma Humano" que
pretende decifrar todo o código genético da
espécie humana na próxima década.
A metodologia de investigação nas
doenças decorrentes de mutações envolve
a identificação de proteínas, produtos de
degradação ou metabólitos de vias
alternativas através de análises
bioquímicas e a análise do ADN, que
permite a identificação da região alterada.
Os genes estão contidos nos cromossomos,
organelas que se individualizam durante a
divisão celular. Na espécie humana o
número diploide de cromossomos é 46,
sendo 22 pares de autossomos e 1 par de
cromossomos se***is, XX na mulher e XY
no homem. Cada cromossomo contém
centenas de genes, sendo o total do
genoma humano composto por cerca de
50.000 genes estruturais, além de genes
reguladores. Quando ocorrem aberrações
cromossômicas, isto é perda ou excesso de
cromossomos inteiros ou de segmentos de
cromossomos (visíveis ao microscópio
ótico), há perda ou excesso de vários
genes, ocorrendo numerosas modificações
fisiopatológicas. [19] Estudamos as
aberrações cromossômicas na área de
citogenética.
A análise do cariótipo humano é
rotineiramente realizada nos linfócitos,
sendo para isso colhida amostra de sangue
periférico, mas também pode ser realizada
nas células das vilosidades coriônicas, nas
células de descamação fetal presentes no
líquido amniótico, em fibroblastos ou em
qualquer célula nucleada que possa ser
cultivada in vitro. Por não compreendermos
a fisiopatologia dessas doenças, não há
ainda tratamento específico, apenas
terapias paliativas. A realização de
programas de aconselhamento genético,
prevenção e diagnóstico pré-natal ainda
são a única opção disponível para diminuir
a frequência de crianças portadoras de
doenças geneticamente determinadas.

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Maianga

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